Ora faz sol, ora faz vento, parece que o tempo não se quer decidir. Apesar de já estarmos na primavera, parece que voltámos uns meses atrás e que ainda estamos no inverno, principalmente com a chuva intensa e o frio que se fizeram sentir no início da semana. Contudo, nem tudo é mau e parece que o tempo está finalmente a dar tréguas. O tempo vai-se manter estável e o sol vai invadir o País com temperaturas amenas e uma ligeira subida nas temperaturas mínimas até domingo.
Segunda as previsões do instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), para sábado, 16 de maio, prevê-se “céu pouco nublado ou limpo, aumentando temporariamente de nebulosidade no norte e centro durante a tarde”, bem como uma “pequena descida da temperatura mínima” e uma “pequena subida da temperatura máxima, em especial no interior”.
Já no domingo, 17 de maio, o cenário é bastante semelhante com “períodos de céu muito nublado, diminuindo gradualmente a nebulosidade a partir da tarde” e “pequena subida da temperatura mínima no norte e centro", contudo, existe a “possibilidade de ocorrência de aguaceiros” sobretudo no norte e centro até ao início da tarde.
Em Lisboa, o céu vai estar “nublado ou limpo” e quanto a temperaturas, atingirá os 21ºC no sábado e domingo, enquanto as mínimas vão andar entre os 12ºC e 13ºC, de acordo com as previsão do site do IPMA. No Porto, o céu vai estar “pouco nublado, aumentando temporariamente de nebulosidade durante a tarde" de sábado, e os termómetros vão descer ligeiramente. As máximas marcam 18ºC no sábado e 17ºC no domingo, e as mínimas vão rondar os 9 e 11ºC, respetivamente.
Quanto a Faro, as temperaturas vão marcar 21ºC, com mínimas de 12ºC e 13ºC, respetivamente, e o melhor de tudo é que nada de chuva prevista, apenas alguma nebulosidade para domingo.
Para a próxima semana, prevê-se uma onda de calor que pode levar os termómetros País a atingir temperaturas acima dos 30ºC. A subida de temperatura deve-se a uma "massa de ar quente e seca que vai afetar o território continental", vinda do interior de Espanha e do norte de África, segundo a meteorologista Ângela Lourenço, citada pela Renascença.