Calor de verão em plena chegada do outono. Mais de metade do País está sob aviso amarelo e bem quente

A transição de estação traz temperaturas atípicas e máximas a rondar os 40 graus em vários pontos de Portugal continental.

A escassos dias da entrada oficial no outono, o tempo quente continua sem dar tréguas. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou vários distritos de Portugal continental sob aviso amarelo devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima durante os próximos dias.

Cata Vassalo voltou a reunir famosos na passerelle da Utopia e estes 25 looks arrasaram. Veja as fotos das caras conhecidas
Cata Vassalo voltou a reunir famosos na passerelle da Utopia e estes 25 looks arrasaram. Veja as fotos das caras conhecidas
Ver artigo

De acordo com o IPMA, prevê-se a continuação de céu geralmente limpo e vento por vezes forte nas terras altas, com termómetros a variarem entre mínimas de 14ºC, em Bragança e 23ºC em Portalegre e máximas que podem atingir os 37ºC em Coimbra. 

A vaga de calor vai estender-se ao longo da semana, afetando vários distritos em diferentes períodos. O aviso começa em Setúbal, válido até às 19 horas desta segunda-feira, 21 de setembro, prolongando-se até às 18 horas de terça-feira, 22 de setembro, nos distritos do Porto, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga.

Já na quarta-feira, 23 de setembro, até às 18 horas, os alertas vão abranger Viseu, Évora, Castelo Branco e Portalegre, terminando a situação de risco em Bragança, Guarda e Vila Real às 5 horas da manhã de quinta-feira, 24 de setembro. 

O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que se verifica uma situação de risco para determinadas atividades dependentes das condições meteorológicas.

A conjugação do calor persistente com a subida das temperaturas máximas levou também a um aumento exponencial do risco de fogo. Atualmente, mais de 60 concelhos distribuídos pelos distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém, Castelo Branco, Portalegre e Faro encontram-se em perigo máximo de incêndio rural, pedindo as autoridades o reforço dos cuidados de prevenção em zonas florestais e agrícolas.

Fale connosco

Se encontrou algum erro ou incorreção no artigo, alerte-nos. Muito obrigado.
Scroll to Top