A apresentadora e taróloga esclareceu a sua ligação ao processo que envolve o clube de luxo lisboeta. Saiba tudo.
O nome Maya foi associado à investigação ao “Elefante Branco”, um conhecido clube de alterne em Lisboa, após a divulgação de uma escuta telefónica datada de abril de 2023.
De acordo com o “Jornal de Notícias”, a conversa gravada entre a apresentadora e o proprietário do espaço, Luís Torres, envolvia um pedido para ajudar a empresária Paula Nabais a organizar um jantar para um amigo que procurava “companhia”.
Face à repercussão do caso, a cara da CMTV fez questão de reagir publicamente no bloco informativo do canal esta segunda-feira, 7 de setembro, explicando o contexto do telefonema e afastando categoricamente qualquer conduta ilícita.
Em direto, Maya confirmou ter disso apanhada de surpresa pelo conteúdo da escuta, sublinhando que não é visada pelo Ministério Público nem recai sobre si qualquer acusação criminal. “A minha escuta é perfeitamente pontual, nem percebo bem o que lá está a fazer. Não tem qualquer relevância”, afirmou a apresentadora.
Para contextualizar a proximidade com o espaço, Maya recordou a sua faceta menos mediática enquanto profissional de comunicação e relações-públicas, área na qual manteve uma ligação pontual com o estabelecimento aquando da sua reabertura.
Conforme explicou a apresentadora, em 2019, através da sua empresa de comunicação, realizou o serviço de assessoria de imprensa para a abertura do novo Elefante Branco.
Questionada sobre a possibilidade de ter intermediado um serviço de acompanhantes de luxo ou de incentivo à prostituição, Maya rejeitou a acusação de forma perentória, justificando que a chamada serviu apenas para facilitar um contacto comercial para a reserva de um jantar.
A apresentadora enfatizou ainda o seu histórico pessoal e profissional na defesa dos direitos das mulheres, garantindo que nunca compactuaria com situações de exploração sexual ou tráfico.
“Eu não sou ingénua, obviamente, nem estou aqui a defender o indefensável. O que estou a dizer é que nunca na vida compactuaria com uma situação de incentivo ou facilitação da prostituição”, garantiu, reforçando a distinção entre a marcação de um jantar social e a prática de atividades ilegais.
O processo em causa envolve figuras conhecidas da sociedade civil e empresarial, incluindo um ex-dirigente do Sporting que consta igualmente na lista de clientes VIP do espaço, tendo este negado em tribunal a prática de atos sexuais no local.
