Chama-se Airsmooth e é a primeira escova de ar quente da marca. Fomos conhecê-la em maio e eis o que precisa de saber sobre a ferramenta, que é uma das mais económicas do repertório da insígnia.
Secar o cabelo parece, à partida, uma das tarefas mais simples da rotina de beleza. O problema começa quando, pelo caminho, se quer também alisar, controlar o frizz, desembaraçar, dar volume e, idealmente, conseguir tudo isto sem passar aquilo que parece meia vida em frente ao espelho. Usem-se as escovas, secadores, placas e ferramentas que for, parece sempre que não demorar muito tempo é uma missão impossível. Contudo, a Dyson quis voltar a agitar as águas e, por isso mesmo, lançou uma ferramenta que promete resolver este dilema.
Falamos da Airsmooth, a primeira escova de ar quente da Dyson, que a MAGG teve oportunidade de conhecer de perto aquando de uma viagem com a insígnia a Menorca, em maio. O gadget foi pensado para simplificar a rotina, tendo em conta que combina um fluxo de ar de alta pressão com um sistema de cerdas desenvolvido para secar e modelar o cabelo em simultâneo. A ideia é conseguir um acabamento mais polido, mas sem aquela sensação de que foi preciso montar um pequeno arsenal de ferramentas e produtos para chegar ao resultado – quem nunca?
E é precisamente nas cerdas que está um dos grandes trunfos desta novidade, uma vez que, tendo sido desenvolvidas com uma tecnologia patenteada pela marca, foram pensadas para deslizar pelo cabelo sem os habituais puxões ou cabelos presos, tornando o processo mais cómodo. O formato em lágrima também não foi escolhido ao acaso, já que permite que as cerdas cheguem mais facilmente junto à raiz, uma zona que pode ser particularmente difícil de trabalhar quando se quer aquele efeito de cabelo mais alinhado desde o início do comprimento.

Outra particularidade está na forma como a Airsmooth pode ser utilizada. Segundo exemplificou María Roberts, hairstylist e embaixadora da Dyson Beauty em Espanha, no evento, a ferramenta permite esticar o cabelo mesmo quando ainda está molhado – à semelhança do famoso Airstrait, diga-se –, embora também seja possível fazer uma pré-secagem antes de iniciar o styling. Ou seja, não é obrigatório esperar que o cabelo esteja quase seco para pegar na escova, mas é possível retirar-se grande parte da humidade e deixar o gadget tratar da parte mais estética do processo.
No interior da ferramenta, a tecnologia mantém-se, naturalmente, à altura daquilo que se espera da Dyson. O fluxo de ar de alta pressão atravessa as cerdas enquanto estas trabalham o cabelo e o sistema de controlo de calor mede a temperatura do ar 100 vezes por segundo, ajudando a manter o calor sob controlo durante o styling. A Airsmooth foi ainda pensada para diferentes tipos e texturas de cabelo, dos lisos aos ondulados, encaracolados e crespos.
Portanto, caso ainda não tenhamos sido suficientemente claros, o objetivo passa por tornar o styling mais simples, independentemente do tipo de cabelo ou da experiência que cada pessoa tenha com ferramentas do género. A Dyson quis criar uma ferramenta transversal, que possa chegar a um público mais alargado e não só a quem já domine o universo dos gadgets de beleza. E isso também ajuda a explicar uma decisão importante: o preço.
A Airsmooth, que chega ao mercado ainda este mês, fixar-se-á nos 249€, um valor que continua a colocar a Dyson no segmento premium, mas que é consideravelmente mais acessível do que outras ferramentas da marca. A estratégia passa também por aproximar a insígnia de consumidores mais jovens, sobretudo aqueles que sempre olharam para a Dyson como uma marca desejável, mas para quem o preço de entrada das ferramentas capilares podia ser um obstáculo.
