Apesar de o casal ter anunciado um momento restrito apenas aos filhos, a certidão de casamento revelou a presença de quatro testemunhas próximas e a escolha do regime matrimonial. Saiba tudo.
O casamento de Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez, realizado nesta terça-feira, 11 de agosto, numa moradia em Cascais, continua a dominar as atenções. Depois do anúncio oficial nas redes sociais, onde o casal partilhou a fotografia das alianças de ouro, surgiram agora novos detalhes sobre a cerimónia civil que juntou o internacional português e a empresária, após 10 anos de relação.
Apesar de o comunicado enviado à imprensa pela agência de comunicação do jogador ter sublinhado que a boda decorreu de forma estritamente “privada e íntima”, contando apenas com a presença dos cinco filhos do casal, a certidão de casamento na Conservatória do Registo Civil de Cascais, revelou que o momento contou com a participação de mais quatro pessoas do círculo próximo do par.
Segundo o documento divulgado pelo “24Horas”, estiveram presentes quatro testemunhas no ato da assinatura. A primeira testemunha foi Miguel Paixão, amigo de longa data do futebolista, seguindo-se de Ivana Rodrígues, irmã mais nova de Georgina Rodríguez, além de Jose Rodriguz Sangil e Monica Gonzalez Martinez.
A intervenção de testemunhas no casamento é atualmente facultativa em Portugal, de acordo com o Código do Registo Civil, tornando a escolha do casal um gesto puramente simbólico e afetivo.
Outro dos pormenores confirmados pelo documento oficial é o regime matrimonial escolhido pelo casal: a separação de bens. Sob este enquadramento legal, cada um dos cônjuges mantém o domínio exclusivo dos bens que já possuía antes da união, bem como daqueles que vier a adquirir individualmente no futuro.
Entretanto, a ausência da família mais próxima do capitão da Seleção Nacional tem sido amplamente notada e comentada. Até ao momento, não há confirmação se a mãe do jogador, Dolores Aveiro, ou os irmãos Katia Aveiro, Elma Aveiro e Hugo Aveiro tinham conhecimento prévio da data, confirmando-se apenas que nenhum esteve presente na cerimónia em Cascais.
