O ano de 2025 ficará gravado na memória como um período marcado por perdas e despedidas inesperadas. Ao longo dos últimos meses, Portugal e outros países disseram adeus a várias figuras públicas que deixaram uma marca nas áreas da política, da cultura, do desporto e da vida pública.

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Em Portugal, uma das mortes que mais impacto causou foi a de Clara Pinto Correia, aos 65 anos. Bióloga, escritora e cronista, era uma figura incontornável da divulgação científica e do comentário social, com uma presença regular nos media ao longo de décadas.

Também o jornalismo nacional ficou de luto com a morte de Constança Cunha e Sá, aos 67 anos. Reconhecida pelo seu comentário político, construiu uma longa carreira na imprensa e na televisão, tornando-se uma das vozes mais influentes da análise política em Portugal.

No desporto, a morte prematura de Diogo Jota, aos 28 anos, foi uma das que mais abalou os portugueses e o mundo. O futebolista internacional, com uma carreira em plena ascensão, morreu de forma inesperada num acidente de viação, provocando uma onda de solidariedade entre adeptos, colegas e clubes.

A nível internacional, a morte do Papa Francisco, aos 88 anos, teve um impacto global. O líder da Igreja Católica ficou conhecido pela proximidade para com as pessoas o e pelo foco nas questões sociais, tendo sido homenageado por líderes políticos, religiosos e milhões de fiéis em todo o mundo.

Também fora de Portugal, o cinema despediu-se de Robert Redford, aos 89 anos. Ícone de Hollywood e figura central do cinema norte-americano durante várias décadas, o ator e realizador deixou um legado incontornável na história do cinema.

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