Harry Styles fez, numa entrevista publicada no sábado, dia 14 de fevereiro, uma partilha rara sobre como foi viver os primeiros tempos fora dos One Direction. O artista de 32 anos, que tem um novo álbum prestes a sair, explicou ao "The Sunday Times Magazine", citado pela "People", o quão sozinho se sentiu depois de a banda, composta pelo cantor, Niall Horan, Zayn Malik, Louis Tomlinson e Liam Payne, ter acabado em 2015, e como tinha medo de mostrar ao público a sua criatividade depois de tantos anos a cantar em grupo.

Harry Styles voltou à música com "Aperture" (e é um ícone de estilo). Espreite os looks icónicos do cantor
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"Quando estás numa banda com mais quatro pessoas, há tanto espaço para te esconderes", começou por dizer Harry Styles. "Há apenas um certo peso que está nos teus ombros. Mas nas primeiras vezes em palco [sem os One Direction], eu pensava, 'O que é que faço com as mãos?' (...) E também me senti muito sozinho de repente", explicou o artista, admitindo que colocou muita pressão sob si mesmo porque queria que tudo corresse bem, e que a sua carreira não deixasse de existir.

"Com o meu primeiro álbum a solo, eu estava a tentar explorar que música faria sozinho, mas naquele momento senti que havia muitas pessoas que tinham depositado confiança em mim e eu não queria desiludir ou deixar ninguém ficar mal", disse, acrescentando também que queria muito explorar a sua criatividade sem, lá está, desiludir ninguém. No entanto, isso não aconteceu, e como tem sido possível ver ao longo dos já 10 anos em que começou uma carreira a solo, o sucesso só tem vido a crescer.

Tanto que agora Harry Styles prepara-se para lançar mais um álbum e mais uma digressão pelo mundo. "All the Time. Disco, Occasionally" é o nome do novo disco que sai já no dia 6 de março. A tour, como alguns outros nomes da indústria têm feito, vai ser dividida em residências, com 50 concertos em sete cidades: Amesterdão, Londres, São Paulo, Cidade do México, Nova Iorque, Melbourne e Sydney. Ou seja, cada uma destas localizações vai contar com um espaço fixo para os concertos, que vão ser muito mais do que apenas um em cada cidade.