Isabel II foi uma figura central da história contemporânea britânica e construiu, ao longo de sete décadas de reinado, uma imagem marcada pela discrição e pelo sentido de dever. A separação rigorosa entre a vida privada e o papel institucional foi uma das suas principais marcas, o que ajuda a explicar os poucos detalhes conhecidos sobre a sua intimidade que agora vieram à tona.

O escritor Gyles Brandreth, amigo próximo da família real, partilhou um episódio até aqui desconhecido no podcast "A Right Royal", da revista "Hello!", que também integra o seu mais recente livro, "Isabel II: Um Retrato Íntimo". Segundo o autor, a rainha terá sofrido um aborto espontâneo ao longo da sua vida.

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"Decidi que, já que estou a contar a minha história sobre a rainha Isabel II, vou incluir tudo", afirmou. No livro, Gyles Brandreth escreve que "Isabel teve quatro filhos e, segundo a sua amiga de infância Sonia Berry, sofreu um aborto espontâneo". Não é, contudo, conhecido o momento em que terá ocorrido essa perda gestacional.

Isabel II morreu a 8 de setembro de 2022, aos 96 anos, no castelo de Balmoral, na Escócia, onde se encontrava a passar o final do verão. A monarca acabou por morrer de forma tranquila, rodeada por vários membros da família mais próxima, após um período em que o seu estado de saúde se vinha a deteriorar gradualmente.

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