A Sala de Corte, em Lisboa, é uma das melhores steakhouses da Europa. Saiba quanto tem de gastar para ir lá comer.
Portugal voltou a brilhar no mundo gastronómico. A Sala de Corte acaba de ser distinguida no Europe´s 50 Best Steak Restaurants de 2026, sendo a 50.ª melhor steakhouse da Europa. Não é novidade de que o restaurante no Cais do Sodré, em Lisboa, tenha conquistado este reconhecimento, visto que ao longo da última década, o espaço consolidou um lugar especial entre as principais steakhouses da capital.
Desde que o ranking foi lançado, em 2022, a Sala de Corte foi nomeada todos os anos, com exceção do World’s 101 Best Steak Restaurants para 2026, onde Portugal saiu da lista. Meio ano depois, a organização divulgou os rankings de cada continente, e o restaurante do Cais do Sodré volta a aparecer, em 50.º lugar.
A Sala de Corte já reagiu à nomeação através das redes sociais. “Somos a 50.ª melhor steakhouse da Europa! A Sala de Corte acaba de ser distinguida no prestigiado Europe´s 50 Best Steak Restaurants de 2026, tornando-se a única steakhouse portuguesa a integrar este ranking. Este reconhecimento é da nossa equipa, da dedicação, do rigor e da paixão que colocamos em cada serviço e em cada detalhe. É o reconhecimento daquilo em que acreditamos desde o primeiro dia: elevar a carne maturada à sua máxima expressão. Parabéns, equipa! Agradecemos a todos os nossos amigos, clientes e parceiros”, escreve o restaurante no Instagram.
Ao lado de Portugal encontram-se outros restaurantes de França, Itália e Reino Unido, que marcam uma forte presença no concurso. Contudo, é Espanha que lidera o ranking europeu. O pódio foi conquistado pela La Cúpula de El Capricho, também n.º 1 a nível mundial.

Mas, afinal, o que se come na Sala de Corte?
O restaurante acabou de reforçar a sua carta com novos pratos de carne, que exploram diferentes combinações de sabores e que celebram referências do património gastronómico português. Nas entradas pode provar duas novidades que prometem ser igualmente irresistíveis, entre eles o clássico pica-pau do lombo (22€) e a ostra com tártaro de vazia e espuma de champanhe (16€), que combina a textura delicada da ostra com o corte fino da vazia e a leveza da espuma do champanhe.
Para abrir o apetite há ainda bife tártaro, (44€), carpaccio de lombo de novilho (19€), croquetes de novilho (8€), foie gras (25€), caviar oscietra (84€), presunto pata negra (22€), tutano na brasa (32€), entre outros. Nos pratos principais, o protagonismo vai para o novo corte tomahawk (110€), servido ao quilo, um corte de novilho reconhecido pelo osso comprido, e que se junta-se a opções como a vazia (35€), o entrecôte (38€), o lombo (40€), o chateaubriand (95€), o chuletón (115€/kg), o t-bone (100€/kg) e os rib eye japoneses de wagyu (550€/kg) ou de kobe (950€/kg).
A carta guarda ainda espaço para outras propostas como pregos da vazia (23€), entrecôte (25€) ou de lombo (27€), hambúrgeres com ovo, queijo cheddar e barriga de porco fumado (22€), ou duas opções vegetarianas: couve-flor assada na brasa (21€) e tártaro de beterraba (18€).
No final da refeição, a Sala de Corte propõe terminar a refeição com abacaxi assado com gelado de coco (12€), pavlova de frutos vermelhos (12€), tarte de queso (14€) e tarte de limão merengada (10€). Mas se prefere terminar num tom salgado, tem de pedir a renovada tábua de queijos exclusivamente portugueses, entre eles queijo de Nisa, queijo de São Jorge DOP com 40 meses de cura e queijo de cabra Pastor, acompanhados por marmelada de Odivelas IGP (16€).













