Este restaurante japonês vai fazer as delícias dos amantes de comida asiática. Como sabemos? A MAGG foi experimentar as iguarias do Saikō e contamos-lhe tudo.
O Saikō é um restaurante japonês numa das alas do Centro de Congressos do Estoril, em Lisboa, que tem a missão de “oferecer o melhor sushi de fusão em Portugal” aos clientes que procuram qualidade tanto na refeição como no serviço.
E o nome do restaurante não foi escolhido ao acaso. Em japonês, Saikō é uma expressão usada para identificar uma refeição em que se comeu e bebeu “maravilhosamente”, e em ótima companhia. Será que a nossa experiência foi mesmo assim?
A MAGG foi convidada a ir experimentar as iguarias do Saikō e podemos já dar vários spoilers: valeu cada dentada, superou as nossas expectativas e foi difícil encontrar defeitos.
Como correu a nossa experiência?
A refeição começou com um clássico irresistível que não pode faltar num restaurante japonês e que dificilmente desilude: o ebi especial (13,60€), que é considerado por muitos como a melhor entrada do Saikō. Trata-se de dois camarões panados envoltos em salmão braseado, com um toque fresco de alho francês e uma cremosa maionese de kimutchi, molho tarê, micro-ervas e ovas.
Inicialmente é um pouco mais picante, mas rapidamente fica equilibrado e a cada dentada fica mais viciante. É um daqueles pratos que apetece pedir vezes sem conta, porque sabemos que nunca falha e que vai deixar sempre a nossa barriga a bater palminhas.
Seguiu-se o bô shake (19,10€) que é um como se fosse um maki, mas sem a alga por fora. O salmão, queijo creme, cebolinho e ovas são enrolados apenas em arroz e é finalizado com salmão braseado, maionese de sésamo, molho tarê e cebolinho. O que achámos? Uma delícias que se desfazia na boca.
Depois desta gulodice, provámos o hakusai (19,90€) em que o arroz está envolto em couve lombarda, com salmão picado e queijo creme no topo, finalizado com flocos de milho tostados e molho tarê. Este foi um prato que supreendeu (pela positiva) de início ao fim. Começou por ser picante, mas terminou em tom doce. E houve um detalhe que cativou a nossa atenção: a couve crocante deu a parecer que estávamos a comer dois pratos separados ao mesmo tempo.
E quando pensávamos que o jantar não poderia ficar melhor, fomos surpreendidos uma seleção de gunkans (2 peças) e claro que foram de comer e chorar por mais. Bem preparado, conquista até quem prefere as opções mais clássicas e foi isso mesmo que comprovámos.
Começámos pelo gunkan hotate (17,90€) de atum e vieiras braseadas (ótimas) que se desfizeram na boca, com um toque de maionese de sésamo, finalizado com ovas e micro-ervas. E das duas uma: ou conquista pelo aspeto ou pelo sabor (ou pelos dois, como no nosso caso). Não são todos os restaurantes que têm atum com um sabor não metálico, mas este estava tão bom que até deu pena quando terminou.
Espreite as fotos.
Seguiu-se o gunkan egg (11,40€) de salmão com ovo de codorniz braseado no topo e finalizado com cebolinho, molho tarê e ovas, que provou ser uma escolha segura para quem quer começar a comer sushi, mas que ainda está reticente. Também experimentámos o gunkan ebi (10,90€), de salmão braseado com camarão cozido, tomate seco, rúcula e queijo creme, que inicialmente foi marcado pelo sabor picante, mas que mais para o meio e final sobressaiu o sabor ótimo do camarão.
Depois desta intensidade, fomos surpreendidos com um prato feito especialmente para a MAGG (e quem sabe, talvez tenha a mesma sorte que nós quando for ao Saikō). Era nada mais nada menos do que um gunkan de atum com picadinho de atum, wakami e ovas, que acabou mesmo por ser um dos nossos pratos de eleição.
Mas as surpresas não ficaram por aqui. Quando terminámos de comer este prato, começámos a ver uma chamas a vir em direção à mesa (sim, leu bem). Se a ideia era ficar surpreendido, o Saikō conseguiu fazê-lo com o gunkan fire (20,40€ por 4 peças), um prato que chega à mesa em chamas, com uma fatia de pepino para absorve o álcool e de lima para não deixar passar o álcool para cima. Este petisco é composto por salmão, alho francês, maionese de sésamo e um toque de gengibre e sweet chilli. Acaba por ser uma opção deliciosa e ideal para quem não gosta de peixe cru.
E para terminar os pratos principais, o Saikō propôs deixar o melhor para o final. Falamos do gunkan shiromi , com peixe branco, finalizado com picadinho fresco de peixe branco, molho dengaku, ovas e micro-ervas. Uma opção um pouco avinagrada, que se desfez se na boca. Foi um final digno e guloso depois de uma sequência de pratos que não parou de nos surpreender.
E claro que a refeição não poderia terminar sem um doce para aconchegar a barriga. Lambuzámo-nos com um petit gâteau de doce de leite com gelado de alecrim, uma combinação cremosa, fresca e aromática que encerrou a refeição de forma perfeita e que nos deixou com vontade de repetir tudo do início ao fim.
A nossa refeição foi acompanhada por um chá de infusão de jasmim, que foi a escolha ideal para acompanhar este comboio de pratos. O Saikō está aberto de segunda a sexta-feira do meio-dia às 15 horas e das 19 horas à meia-noite, sendo que aos sábados apenas está aberto para jantares das 19 horas à meia-noite. Ao domingo está encerrado. As reservas podem ser feitas através do The Fork ou do contacto telefónico 214 685 706.
Saikô
Morada: Avenida Clotilde, Edif Centro de Congressos, Loja D, Estoril, Portugal 2765-211 Estoril
Horário: De segunda a sexta-feira das 12h às 15h e das 19h às 00h (sábado das 19h às 00h)
Contactos: 21 468 5706 / Instagram














