Ousado, fresco e sofisticado. Este novo rosé promete fazer um brilharete nas mesas de verão e o melhor de tudo é que não é super caro. A MAGG já o provou e contamos-lhe tudo.
Não há nada como no verão chegar a casa depois de um dia trabalho, sentar-se no sofá e desfrutar de um bom vinho fresco e leve. E se andava à procura de um rosé perfeito para o fazer ou simplesmente para receber amigos ou a família em casa, então pode tirar o peso de cima dos ombros porque temos uma sugestão infalível que promete fazer um brilharete.
Falamos da Vinha D’Ervideira, um vinho rosé distinguido com medalha de prata no Concours Mondial de Bruxelles e medalha de ouro no Mundus Vini 2026. Trata-se de uma homenagem às gerações passadas que, desde 1880, decidam a sua paixão, bem como conhecimento à produção de vinhos. Para honrá-los, foram escolhidas quatro castas que representam as quatro gerações da família.
A MAGG provou este rosé e contamos-lhe como foi a nossa experiência. Ficámos logo de início surpreendidos pela elegante tonalidade salmão-pálido, que geralmente antecipa a sua frescura e a sofisticação (o que, de facto, aconteceu). Quanto ao aroma, no nariz, destaca-se pela intensidade aromática, mas não muito forte. Os frutos vermelhos cruzaram-se com notas cítricas bastante vibrantes, envolvidas por subtis nuances de baunilha e um ligeiro toque tostado.
Mas foi ao provar que ficámos realmente surpreendidos. Já sabíamos que os rosés são bastante apreciados por quem não gosta de bebidas tão fortes e prefere uma proposta mais suave – e se é o seu caso, então temos a certeza de que vai gostar. Na boca, surpreendeu pela acidez firme e integrada, o que culminou numa sensação de frescura e de prazer imediato, de início ao fim.
Já a fermentação e estágio parcial em barrica (10%) dão-lhe uma estrutura, profundidade e um equilíbrio desafiante, o que o torna numa proposta ousada, fresca e sofisticada.
O vinho rosé é conhecido por ser extremamente versátil e combinar com vários pratos, desde massas com molhos leves, a petiscos frios, saladas frescas, marisco e peixe, e foi isto mesmo que pudemos confirmar. Decidimos provar a Vinha D’Ervideira ao lado de um prato de salmão com azeitonas e alcaparras com batatas ao murro, e não poderíamos ter escolhido uma melhor combinação porque encaixou que nem uma luva. Por isso, a nossa sugestão é beber este rosé sempre com uma refeição mais leve de forma a complementá-la, mas não se esqueça de o colocar no frigorífico antes de o provar. Este vinho deve ser servido entre os 7 e 9ºC.
O melhor de tudo é que não tem de puxar os cordões à bolsa para provar a Vinha D’Ervideira, sendo que tem um custo de 11€ no site da adega portuguesa.
