Foi o livro mais vendido ainda antes de estar à venda e continua a ser um sucesso. “O Amor Não Morre”, de Cláudio Ramos, é o mais recente romance do apresentador, comunicador e também autor, que promete uma viagem pelos amores conhecidos e desconhecidos que vamos tendo ao longo da vida. Com uma escrita emotiva e sem rodeios, a obra recorda que não há nada mais bonito do que amar livremente, e como diz o apresentador: o resto, o universo traz.
“Quis apenas divagar sobre o sentimento mais nobre do mundo que é o amor, olhando para o lado e percebendo que ele, de facto, não morre. No limite, transforma-se noutra coisa que não deixa nunca de ter na base o amor”, começou por dizer Cláudio Ramos à MAGG. “Sou dos que acredita que ele não morre, e não gosto quando se coloca em dúvida, porque nos tempos que correm diz-se que bonito é ser livre e independente. Raramente há coisa mais bonita do que amar livremente”, continuou.
Ora, “O Amor Não Morre”, como bem explica o título, é sobre isso mesmo: amores que podem ser perguntas ou afirmações, mas que nunca se podem negar, mesmo quando as circunstâncias não são as melhores. “Nós não sabemos muitas vezes perceber o momento em que ele se transforma e, muitas vezes, por não estarmos atentos, o amor acaba por morrer, e nós fazemos-lhe um enterro injusto e egoísta. Se dermos conta do que ele é verdadeiramente, o amor não só não morre, como não há enterro egoísta."
Posto isto, é nesta obra que vai encontrar cinco histórias de amor interligadas umas nas outras, onde Cláudio Ramos explica que os amores não são todos iguais, mas que achar um pequeno amor melhor do que amor nenhum, é um erro. Temos Marta e Pedro, um amor com 20 anos de diferença, Joana, que aceitou um amor que a tortura, Eva, traída poucos dias antes de casar e com um novo amor em vista, Lúcia, que se entregou a alguém já entregue a outra, e Carlos, que não tira Bruno da cabeça.
"O amor não é igual. Tem todas as formas, e a história narra que é preciso ter a coragem de não desistir de um amor no qual se acredita. A desistência é fácil. Se o amor valer a pena há que perceber até onde leva, não permitindo nunca que se torne tóxico, mas não desistir só porque sim. Amar é ter a disponibilidade para amar alguém mesmo que essa pessoa deixe de nos amar, o que não impede de se continuar a viver esse amor. Somos livres de escolher”, explicou o apresentador.
Desta forma, é fácil perceber que dentro do amor há sempre esperança e medo, e que ele se alimenta não só da presença como também da ausência. “É na ausência que se vai dando conta do espaço que o amor ocupa. Mas isto depende dos olhos de quem ama ou é amado. Eu sou dos que acha que ele, esteja onde estiver, precisa de ser alimentado”, continuou Cláudio Ramos. Talvez seja essa uma das razões pelas quais o livro se tornou um sucesso: o apresentador fala de amores imperfeitos, humanos e reais, daqueles que quase toda a gente sentiu, conheceu ou perdeu.
Assim, não espere mais para comprar a nova obra do apresentador, que como já se percebeu, promete uma viagem sobre as mais variadas facetas do amor - as boas, as más, as familiares ou as românticas, com a expectativa de mudança ou estagnação.
“O Amor Não Morre”, uma afirmação que para muitos não deixa de ser uma pergunta sem resposta, está à venda em todas as livrarias pela mão da Alma dos Livros por 17,51€, e Cláudio Ramos deixa a pergunta final que deve criar um debate em qualquer um: “espero ou esqueço?”.