“Cães de Caça”. A nova série sul-coreana da Netflix tem boxe, crime e muito drama (e já chegou ao top)

A série vai alternando entre intensas cenas de luta e estratégias para desmantelar as operações criminosas, explorando temas como a lealdade, amizade e o custo de lutar contra um sistema (demasiado) corrupto.

Já todos sabemos que a Netflix aposta forte em produções estrangeiras (e quando dizemos isto falamos em séries e filmes que não sejam falados em inglês ou norte-americano) e que normalmente grande parte delas se tornam em grandes sucessos, pelo que a mais recente série “Cães de Caça” certamente não vai querer ser exceção – e a verdade é que está a consegui-lo, uma vez que não precisou nem sequer de uma semana para chegar ao top das produções mais vistas. Sendo este um thriller cheio de drama, lutas e dilemas, é a série ideal para ver nos próximos dias.

Produzida e protagonizada na Coreia do Sul, “Cães de Caça” conta a história de Kim Gun‑woo (Woo Do-hwan) e Hong  Woo-jin (Lee Sang-yi) , jovens pugilistas talentosos que se conhecem num torneio de boxe e rapidamente se tornam grandes amigos. No entanto, apesar de centrarem as suas vidas neste desporto, as dificuldades financeiras começam a bater à porta quando a mãe de Gun‑woo acaba envolvida numa dívida perigosa, e os dois acabam por ser puxados para fora do ringue e para o submundo dos empréstimos ilegais.

Desta forma, aquilo que era apenas um desafio pessoal depressa se torna numa missão de sobrevivência, e sem muitas opções, Gun‑woo e Woo‑jin juntam‑se ao Presidente Choi, um homem com um passado controverso mas que agora tenta ajudar quem foi prejudicado pelos grandes agiotas. Trabalhando ao lado dele e da sua herdeira adotiva, a dupla começa a enfrentar o impiedoso líder da Smile Capital, Kim Myeong‑gil, cujo império tem deixado famílias e pequenos negócios à beira do colapso – precisamente como a mãe de Gun-woo.

A série vai alternando entre intensas cenas de luta e estratégias para desmantelar as operações criminosas, explorando temas como a lealdade, amizade e o custo de lutar contra um sistema (demasiado) corrupto. A narrativa acaba por culminar num confronto direto com os antagonistas mais poderosos, colocando à prova não só as habilidades físicas de Kim Gun‑woo e Hong Woo‑jin, como também o vínculo e a amizade que os une.

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