Wagner Moura protagoniza novo thriller da Netflix, que já está entre os mais vistos. Tudo sobre “A Última Casa”

O objetivo de “A Última Casa” é desafiar a ideia de um refúgio seguro, transformando a casa de uma família num ambiente hostil, onde sobreviver exige, sem qualquer dúvida, a união.

Se andava à procura de um novo filme na Netflix para ver nos serões destes dias de calor, podemos ter a sugestão ideal. Protagonizado por Wagner Moura e Greta Lee, “A Última Casa” é o novo e inquietante thriller de ficção científica da plataforma de streaming, que já alcançou o segundo lugar do top das produções mais vistas e que promete uma boa dose de mistério e tensão – e como? Com uma premissa simples, mas bastante perturbadora (especialmente para quem não gosta de estar fechado).

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A narrativa acompanha uma família, Ann (Greta Lee), Jason (Wagner Moura), Ruth (interpretada por várias atrizes) e Graham (interpretado por vários atores), que fica presa dentro de casa, e sem qualquer forma de sair. “Fiquei muito intrigado com a ideia do que significaria acordar um dia e estar fisicamente preso dentro da nossa própria casa, sem sequer perceber porquê”, disse Wagner Moura ao “Tudum“.

No entanto, como se isso já não parece suficientemente mau, os seus recursos começam a escassear e têm de trabalhar em conjunto para sobreviver, não só à falta de bens essenciais mas também à misteriosa ameaça iminente que os mantém presos lá dentro. É, portanto, precisamente aqui que a história começa a ficar ainda mais interessante: o que inicialmente parece ser apenas uma situação inexplicável transforma-se num verdadeiro pesadelo.

Desta forma,  o objetivo de “A Última Casa” é desafiar a ideia de um refúgio seguro, transformando a casa de uma família num ambiente hostil, onde sobreviver exige, sem qualquer dúvida, a união. “É o pior pesadelo de uma família comum, levando-os ao limite para se protegerem uns aos outros e expondo a fragilidade da segurança, a luta desesperada para a recuperar”, contou Louis Leterrier, a realizadora, ao meio de comunicação. 

E não pense que acaba tudo por aqui. A produção entra no género de thrillers psicológicos e até um pouco no terror, pelo que pode esperar uma sessão de cinema, no mínimo, inquietante. “A história vai evoluir de formas que o público certamente não espera, mas é precisamente isso que torna este filme tão interessante. Há várias camadas e reviravoltas que mal posso esperar que todos vejam”, rematou Wagner Moura. É, portanto, uma história a não perder neste mês de agosto.

Veja as imagens do filme.

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