Entre perseguições e sede de vingança, “Kill Jackie” promete misturar suspense e muita ação, tendo no seu centro temas como identidade, culpa e as consequências das escolhas que fazemos. Saiba tudo.
Outubro já chegou e, com os dias mais frescos a começarem a pedir o sofá e uma mantinha, as plataformas de streaming estão também a renovar os seus catálogos com novidades fresquinhas. É o caso, por exemplo, de “Kill Jackie”, a nova série de suspense da HBO Max, baseada no romance “The Price You Pay” que estreou esta quinta-feira, 2 de outubro, e traz Catherine Zeta-Jones de volta ao ecrã – mas, desta vez, no papel de uma mulher com um passado tão perigoso quanto aquele que está prestes a bater-lhe à porta.
Aqui, a narrativa segue então Jackie Price (Catherine Zeta-Jones), uma mulher que passou os últimos 20 anos a fazer aquilo que muitas pessoas provavelmente não se importariam de fazer: viajar pelo mundo, viver rodeada de luxo e vender obras de arte. No entanto, o problema é que esta vida aparentemente perfeita esconde um pequeno detalhe, porque antes de se dedicar ao mundo da arte, Jackie era uma traficante internacional de droga. Desde então que tem feito de tudo para deixar esse passado bem enterrado.
E durante duas décadas, o plano parece ter resultado, até porque Jackie conseguiu manter-se anónima e construir uma nova vida. Mas tudo isto desmorona quando a mulher descobre que alguém contratou Os Sete Demónios, um grupo composto por alguns dos assassinos mais temíveis do mundo, para a matar. Sem saber exatamente quem deu a ordem, a antiga traficante percebe rapidamente que continuar a fugir não é suficiente, e volta assim ao mundo que há muito deixou para trás.
É, portanto, precisamente aí que começa um perigoso jogo do gato e do rato. Isto porque em vez de ficar à espera que Os Sete Demónios cheguem até ela, Jackie decide inverter os papéis e encontrá-los primeiro, eliminando-os um a um. Pelo caminho, conta com pessoas como Sam (Daniel Ings) e Charlie (Hattie Hook), ao mesmo tempo que se cruza com várias figuras ligadas à sua vida passada, e quanto mais tenta descobrir quem a quer morta, mais percebe que o maior perigo pode estar bem mais perto do que imagina.
Assim, entre perseguições, vingança, segredos do passado e uma boa dose de humor negro, “Kill Jackie” promete misturar suspense e muita ação, tendo no seu centro temas como identidade, culpa e as consequências das escolhas que fazemos – mesmo quando acreditamos que já passou tempo suficiente para não termos de lidar com elas. E verdade seja dita: é a combinação perfeita que chega mesmo a tempo da transição do verão para o outono, quando o sofá e a mantinham voltam a chamar por nós.
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