Adeus, bochechas coradas? O anti-blush é a tendência do momento e estes são os nossos 8 tons favoritos para recriá-la

Parece que o rosa vai descansar. O anti-blush não significa deitar os blushes fora, mas antes trocar o ar corado por tons castanhos que esculpem o rosto. Saiba escolher o tom e aplicar a tendência.

Há já uns bons anos que o blush se tornou um dos produtos indispensáveis de qualquer look de maquilhagem, privilegiando-se tons como rosa e vermelho, replicando um efeito de queimadura. A máxima era “quanto mais visível, melhor”, algo que Sabrina Carpenter e Hailey Bieber ajudaram a popularizar. Sim, falamos da chamada blush blindness: quando já aplicámos produto suficiente para três vidas, mas o espelho continua a pedir só mais um bocadinho.

Contudo, ao que tudo indica, e porque estas coisas são cíclicas, como já sabemos, parece que a maquilhagem vai pôr o pé no travão novamente e recuar até aos tempos áureos das beauty gurus, em que usar este produto era visto quase como uma heresia. A tendência que vai começar a dar pano para mangas é a anti-blush – que, apesar do nome, não exige atirar os blushes pela janela, calma.

Ou seja, a tendência passa por trocar rosas e pêssegos por castanhos, terracotas e tons de cacau, aplicados para criar profundidade em vez de um rubor evidente. É blush, bronzer e contorno tudo num só, movimento que já tinha começado a dar o ar da sua graça em 2025, com o advento do blonzing. Mas claro que, como em tudo na vida, há sempre algo que lhe serviu de catalisador.

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Um dos produtos que impulsionou a conversa em torno desta tendência foi o Skinfinish Colourstruck Blush, na cor Film Noir Buff, da MAC Cosmetics. A marca descreve a fórmula como aveludada, esfumável, resistente à água e com duração até 12 horas. O castanho profundo tem cobertura construível, podendo ir de sombra subtil a escultura facial, mas convém começar com pouco produto.

Para evitar desastres e qualquer efeito pouco apelativo, o segredo passa por escolher o castanho de acordo com o subtom da pele. Por exemplo, subtons quentes tendem a dar-se bem com caramelo, canela e terracota, enquanto os frios pedem castanhos rosados, taupe ou ameixa; já as peles mais profundas conseguem suportar chocolates e espresso intensos. O tom deve dialogar com a pele e não parecer, simplesmente, pousado sobre a mesma, diga-se.

Na aplicação, concentre o produto na parte exterior das maçãs do rosto e esfume em direção às têmporas. Esta colocação mais alta, recomendada também por maquilhadores, ajuda a levantar visualmente as feições e dar um efeito quase de lifting. Já a intensidade deve ser construída com calma, em camadas finas, e deve evitar-se levar demasiado castanho para o centro do rosto.

Isto vai culminar num efeito que fica no limbo entre um bronzeado de férias e um contorno feito ao de leve. Por isso, se gosta deste efeito e também já não tem grande paciência para a blush blindness, reunimos alguns dos nossos produtos favoritos para que possa conseguir estar sempre na vanguarda.

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