Crónica. A roupa em segunda mão não é só fixe, é uma chapada na cara da Zara
Não é que tenha abolido o fast fashion. Mas opto cada vez mais pela segunda mão, pela troca por troca, pelo vintage e, principalmente, pela compra consciente.
Não é que tenha abolido o fast fashion. Mas opto cada vez mais pela segunda mão, pela troca por troca, pelo vintage e, principalmente, pela compra consciente.
Não preciso de uma bola de cristal para adivinhar o que vai acontecer. A meio do espetáculo, o resultado é tão óbvio que só não vê quem não tem televisão.
Ela assumiu a postura dominadora: agarrou-lhe na mão e colocou-a em cima da perna, ficou colada a ele o tempo todo e até lhe dava ordens com o olhar.
Foi a pergunta lançada por uma leitora. A psicóloga Sara Ferreira identifica 3 objetivos principais da auto-mutilação e explica como obter a mesma “recompensa” de outra forma.
Há quem tenha deixado de viajar pelo impacto ambiental dos voos. Eu não vou tão longe que ninguém me tira as viagens, mas tenho as minhas técnicas para não me sentir tão culpada.
Alexandre alegadamente enganou celebridades, agências e jornalistas durante anos. Toda a gente sabia quem ele era, tanto que se tornou uma “anedota entre as pessoas do meio”.
Um leitor lançou esta pergunta à psicóloga Sara Ferreira. Para começar, é importante perceber de onde é que está a vir esse medo.
Numa corrida aos bagels, fomos ver quais os 10 melhores de Lisboa. Dos mais parecidos com massa do pão até aos mais doces, revelamos os melhores da cidade.
Não é preciso deitar os tupperwares de plástico ao lixo nem comprar saquinhos de pano. Basta usar o que já tem e juntar-lhe uma boa dose de criatividade.
Já ninguém quer saber do texto, já ninguém quer saber dos jornalistas. As palavras de ordem hoje são influenciadores e Instagram.
Um leitor pede ajuda para controlar os seus “impulsos”. A psicóloga Sara explica o que pode estar a originar estes comportamentos — e o que fazer para acabar de vez com eles.
Não dei em maluca. Só me começou a fazer comichão ver a quantidade de plástico que as pessoas deitavam para o chão sem sequer disfarçar. Em cinco minutos, enchi um saco de lixo.
Já não tenho paciência para a Liliana, o Bruno precisa de ter calma e Luís, desculpa mas há aí qualquer coisa que não bate certo.
Depois de um rally-pastelarias, muitas dentadas em croissants e três quilos a mais, podemos atestar que encontrámos o melhor croissant simples de Lisboa.
“Ela cometeu um crime hediondo. No entanto, pode não ser uma pessoa hedionda. Pode ter sido levada ao limite.” O editorial desta semana.
“Um psicólogo, contrariamente ao que vemos nos filmes, não se limita a ficar sentado a acenar com a cabeça e a dizer ‘uhm, uhm'”. Sara Ferreira responde à pergunta desta semana.
Papel higiénico biodegradável, comida de animal a granel, zero plástico na montanha. O Peru não é só ceviche e pisco sour, é Pachamama e o amor pela Terra.
Para que serve estarmos informados, se nos basta sentir e parecer que o estamos?
A tristeza é essencial para tomar uma decisão sobre o que fazer agora. Confuso? A psicóloga Sara Ferreira descomplica.
“Nas escolas, em muitas escolas, os docentes são carne para canhão, lançados a um quotidiano de imprevisibilidade comportamental dos alunos”. A opinião de um professor.
Um aluno foi alegadamente agredido numa escola em Alvalade. Nas redes sociais, assistiu-se à união de uma classe que se diz desprotegida e desrespeitada.
“A palavra ‘sozinha’ remete-nos para solidão, e se há coisa que eu não senti foi solidão”, explica. Na primeira pessoa, ela conta-nos tudo sobre esta experiência transformadora.
A psicóloga Sara Ferreira responde a esta pergunta colocada por um leitor. “Os obstáculos que encontra não são desculpa para adiar a sua vida”, garante.
O caso aconteceu esta segunda-feira, 21 de outubro, de manhã, numa turma do 8.º ano. A polícia já foi à escola, os pais estão assustados e o aluno está a ser assistido no hospital.