Editorial. Deixem a trash tv em paz
Toda a gente está a ver “Casados à Primeira Vista” mas ninguém quer admitir. Fica melhor chamar-lhe “a podridão da televisão portuguesa” e falar antes de “Big Bang Theory”.
Toda a gente está a ver “Casados à Primeira Vista” mas ninguém quer admitir. Fica melhor chamar-lhe “a podridão da televisão portuguesa” e falar antes de “Big Bang Theory”.
Foi a pergunta lançada esta semana à psicóloga Sara Ferreira. Leia a resposta.
“Namoras, é verdade, mas já nem um filho lhe podes dar. Nem a ele, nem a homem nenhum. Infelizmente já estás velha”, disse uma seguidora a uma influenciadora digital. A sério?
A história de Joacine está a ser posta em causa porque é perfeita. E bonita. Só que as histórias perfeitas irritam as pessoas tristes e de mal com a vida.
Os alunos continuam a passar meses sem professores, a comunicação com os pais é anedótica e para tudo o que corre mal não há culpados. E ninguém quer saber.
Foi esta a pergunta deixada por um leitor esta semana. A psicóloga Sara Ferreira apresenta-nos um guia com 7 etapas para lidar com o problema.
Houve cozido à portuguesa, mas também empadas vegetarianas. Independentemente do prato de eleição, todos bebemos e brindamos (várias vezes) em copos reutilizáveis.
O filme não é perfeito e falha na forma como concretiza a história que pretende contar. Mas o ator é memorável numa personagem que não pede pena, só que sejamos mais tolerantes.
A atriz interpreta Ramona, a líder de um grupo criado para extorquir dinheiro aos ricos de Wall Street. O filme é baseado numa história real.
Não é fácil para ninguém, mas a psicóloga Sara Ferreira dá uma ajuda. Fala em viver o luto e aproveitar o presente.
Bárbara Bandeira e Cristina Ferreira vestiram — literalmente — a causa ambiental. Mas não se deixem enganar camaradas. Nesta luta, a palavra de ordem é marketing.
Um professor pode ser o melhor do mundo, mas se não tiver habilitações para dar aulas, não pode ser professor. Um médico a mesma coisa. A lei vale para tudo menos para a bola.
Não é uma pergunta de resposta fácil, mas a psicóloga Sara Ferreira dá uma ajuda. Nestes casos de violência, (quase) tudo começa na infância
Não quis prescindir do tempo em família, do sono, das minhas séries para lutar pelo Ambiente. Esta miúda faz isso por mim. Obrigado.
Fala-se em comer as cascas de banana e a cara é de nojo. Cara de vergonha devia ter quem as deita para o chão.
Os primeiros 15 minutos de “Unbelievable” deviam ser obrigatórios — talvez assim fosse possível começar a mudar mentalidades.
“Querida leitora, há coisas que não se podem comer frio”, responde a psicóloga da MAGG, Sara Ferreira. “E o amor é uma delas.”
Não vale a pena ser extremista. Mais vale que 20 pessoas deixem de usar a garrafa de plástico diariamente do que uma se torne zero waste.
Esta semana, a MAGG lançou a 1.ª crónica relacionada com sustentabilidade. Preparem-se: a Marta vai mudar a vossa vida como mudou a minha.
Foi a pergunta desta semana de uma leitora. Infelizmente, a família é um dos palcos mais comuns nos quais se desenrolam as relações tóxicas.
Sacos de rede, sacos de pano, equilibrar as compras nos braços ou meter curgetes na carteira. Vale tudo, menos levar plástico para casa.
A nossa jornalista recebeu vários insultos nas redes sociais. Irónico, não é verdade?
Um leitor perguntou, a psicóloga Sara Ferreira responde. Para começar, é preciso interromper o fluxo de pensamentos ansiosos.
Acusam-no de ser vaidoso e de não ter nada na cabeça. E acusam-nos de explorar o tema. Será que não faz sentido falar no lado negro do fit?