5 ideias simples para salvar “Big Brother – A Revolução”
Quem se entusiasmou com o “BB2020” está certamente desiludido com “Big Brother – A Revolução”. Ainda é possível salvar a nova edição do reality show da TVI? Provavelmente.
Quem se entusiasmou com o “BB2020” está certamente desiludido com “Big Brother – A Revolução”. Ainda é possível salvar a nova edição do reality show da TVI? Provavelmente.
Ninguém pode ter certezas sobre o que se passa com o concorrente expulso. Os comentários dos psicólogos da TVI são absolutamente irresponsáveis e assentam numa verdade absoluta que não podem ter. E se isto acabar mal?
Não é um reality show, nem sequer um talent show. Não vai causar polémica nem liderar as audiências. É conduzido por um novato nestas lides e chega à RTP1 a 18 de setembro.
“Pessoas gordas são gordas porque não sabem fechar a boca”. “Pessoas gordas merecem estar deprimidas”. “Pessoas gordas estão mesmo a pedir para ser gozadas”. “Pessoas gordas que são felizes estão a promover a morte.”
Uma menina de 10 anos, que engravidou após ter sido violada pelo tio, teve de esperar por uma decisão judicial para que a interrupção voluntária da gravidez fosse autorizada.
Ah… quem não gosta de um título com uma rima? Eu aprecio. Vamos falar sobre televisão? Vamos a isso.
Falar sobre as causas que importam é sempre positivo. Mas há casos em que a superficialidade não é proporcional à sua urgência. É que os direitos das mulheres, a sustentabilidade, a quebra de estereótipos em relação ao corpo parecem um crop top: hoje estão na moda, amanhã podem já não estar.
De repente um vídeo a mostrar comida resgatada do lixo tornou-se viral. Mas antes de partilharmos no Instagram, vamos todos fazer uma limpeza ao frigorífico, vamos?
A ministra da Cultura oferece drinks e o Lux passa a servir caracóis. Conclusão: o país transformou-se num meme da internet.
Também eu me considero um estranho tantas vezes empurrado para um lado e para o outro pela turba dos normais, que me exige que seja feliz de acordo com os seus parâmetros de felicidade e normalidade. O efeito é o contrário.
Espantamo-nos, muitas vezes, com atitudes sexistas, racistas ou simplesmente parvas de quem discrimina. Mas se olharmos com atenção, fazemos isso até em coisas tão simples como não aceitar o feitio do outro. O Big Brother mostra-nos isso.
Atiram-se opiniões irrefletidas nas redes sociais, multiplicam-se as discussões estéreis. Está tudo aos berros e ninguém ouve ninguém.
Vem do Zimbabwe mas é tão branco que apanhou um escaldão no primeiro dia de praia. Mas quando ainda ninguém o viu, a primeira pergunta não é se ele é alto, feio ou bom para mim. “Mas ele é preto?”
Esta é uma crónica que podem ler a um menino antes de dormir. Ele vai entender. A gata também pode ler ao gato, e ele vai querer partir-me a cara. Mas no fundo é só um texto sobre liderança.
Não são coisas da minha cabeça. A minha mãe disse-me: “Não podes engordar nem mais um grama.” Um-grama. Assustador.
A minha imaginação fértil diz-me que este vírus foi inventado por dois adolescentes a fumar uma ganza. A coisa fugiu-lhes do controlo e agora vivemos numa suposta pandemia.
Porque é que estás a usar uma coroa de flores? Porque é que achaste que “live the life, be happy” era uma legenda que se apresentasse? A tarde e a más horas, descobri a solução: “Deixar de seguir”.
Se há coisa que me irrita é comida deitada ao lixo. Por isso, antes de o fazer, dou por mim, qual Jesus Cristo Superstar, a fazer o milagre da multiplicação.
Em pouco mais de uma semana, a minha filha de 3 anos conseguiu fazer cocó no pé e mandar a casa abaixo por causa da porcaria de um iogurte. Trabalhar assim não é fácil, meus amigos.
Já leste cinco livros? Já emagreceste 6 quilos? O único tipo de queque que comes é feito de batata-doce? Não acredito em ti. És mentiroso.
O que está em causa não é o assinalar ou não a data, o que está em causa é a forma como isso pode e deve ser feito num momento em que as autoridades me dizem que não me posso ir despedir da minha avó por razões de segurança.
A pandemia fez crescer em nós o sentido de desenrascanço. E nisso, os restaurantes são autênticos MacGyvers.
Espirraste? Estás lixada. Tossiste? Liga já para o SNS24. Dói-te a cabeça? Já foste: ou é coronavírus ou é um tumor. Um ensaio médio sobre a hipocondria em tempos de pandemia.
E, de repente, pusemos todos a mão na massa mãe e até fermento fazemos em casa. Palmas Portugal, agora é só deixar cozer, barrar com manteiga e esperar que o COVID passe.