Viver junto a espaços verdes diminui o risco de depressão
Viver num bairro com espaços verdes pode servir de antídoto para a depressão, diz o maior estudo britânico sobre a natureza e saúde mental.
Viver num bairro com espaços verdes pode servir de antídoto para a depressão, diz o maior estudo britânico sobre a natureza e saúde mental.
O sintoma pode suscitar preocupações. Nem sempre é caso para isso mas convém estar atenta. E atento — também ocorre nos homens.
É um tema controverso. Podem as células do cordão umblilical salvar vidas ou trata-se de um investimento desnecessário e sem garantias?
Mais do que a tentação de o contar, um estudo veio provar que pensar frequentemente num segredo pode reduzir o bem-estar.
Com cinco passos simples conseguia-se prevenir um terço dos cancros que afligem os portugueses, diz o cientista Manuel Sobrinho Simões.
Ela ligava 50 vezes ao dia, pintou-lhe o carro com verniz e acusou-o de violação. É só uma das quatro histórias de vítimas de perseguição.
Lília Lopes chorava todas as manhãs, Rita Lopes desmaiava. Sónia Peixoto chegou a ter uma paragem cardíaca.
Têm histórias iguais às de tantas outras, mas partilham uma característica: a curiosidade. Conheça Carina, Dulce, Inês e Margarida.
Tratam a ansiedade e problemas de sono. Mas criam dependência. As farmácias transgridem as regras e vendem sem receita médica.
Estão lá sempre. Acompanham os que perdem a memória, a fala, o juízo, a mobilidade. São cuidadores informais e precisam de apoio.
Uma jornalista da MAGG instalou a Moment, uma app que analisa o tempo que passamos ao telemóvel. O resultado é assustador.
Um blogger, uma estudante, dois estilistas e um performer explicam como é que a aparência tem força para desviar o nosso caminho.
Estão no ar, na água, na alimentação e nos cuidados de beleza. Mas estas substâncias são desconhecidas pela maior parte das pessoas.
A chuva levou a diminuição da eletricidade estática no ar, mas a roupa que traz vestida pode não estar a ajudar.
Ter os braços livres enquanto se tem um bebé ao colo dá muito jeito. Mas será que lhes faz bem?
Escrevemos mensagens à velocidade da luz e vemos a nossa série preferida. Mas estar com o telefone sempre nas mãos não é boa ideia.
Há mulheres que sofrem durante anos, sem um diagnóstico, até já ser demasiado tarde — só porque não são ouvidas pelos médicos.