Ângela já pode engravidar do marido, que morreu em 2019. Acabaram as restrições técnicas para a inseminação pós-morte
O Conselho Nacional da Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) passou a aceitar qualquer técnica para a inseminação artificial pós-morte, o que se traduz em maiores taxas de sucesso para a gravidez.