Misturar animal print é o que está a dar (e até Dua Lipa é fã da tendência). Inspire-se nestes 12 looks ecléticos

O animal print já não é apenas sinónimo de leopardo. Nesta estação, a tendência passa por misturar padrões, texturas e referências animais no mesmo look.

Já lá vai o tempo em que o animal print era associado sobretudo a uma peça statement, como um casaco de leopardo, uma mala com padrão zebra ou uns sapatos com acabamento de cobra. Este género de padrão deixou de ser apenas um apontamento ousado e, hoje em dia, assume o estatuto de clássico do guarda-roupa, sendo que, nesta estação, até aparecem com uma nova abordagem: misturados entre si.

O leopardo continua a ser o grande incontornável, claro. O padrão, que foi de besta a bestial e passou a ser um essencial dos guarda-roupas contemporâneos, ganhou uma versatilidade que o transformou praticamente num neutro. Mas desengane-se quem acha que está sozinho, porque zebra, cobra, crocodilo, tigre e até padrões que reinterpretam peles de animais surgem em peças de roupa e acessórios, com diferentes escalas, cores e níveis de intensidade.

A mudança mais interessante está precisamente na forma como estes padrões são usados. Em vez de escolher apenas um animal print para dar um apontamento mais cool e eclético o visual, a tendência passa por combinar diferentes padrões no mesmo look. Leopardo com zebra, cobra com leopardo ou diferentes versões do mesmo padrão podem coexistir, criando coordenados mais ricos e com uma abordagem assumidamente maximalista – será o fim do advento da clean girl aesthetic?

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A ideia começou a ganhar força nas passerelles e não tardou até começar a ser adotada pelas fashionistas. Nas coleções de outono/inverno, a proposta apareceu em combinações como leopardo com cobra, zebra com leopardo ou estampados de diferentes animais usados em peças distintas do mesmo look. Também não podemos descurar as interpretações menos óbvias, com padrões animais em cores inesperadas ou misturados com outros motivos, como flores e padrões geométricos.

A prova chega de várias frentes: da passerelle de Sergio Hudson, onde diferentes prints convivem no mesmo coordenado, à exuberância de Libertine e à leitura mais sofisticada de Carolina Herrera. Mas Dua Lipa também é um dos melhores exemplos desta abordagem, sendo que, em Londres, usou um vestido de borboletas com assinatura Kim Shui com uma mala Jacquemus de leopardo e botas vintage da Dior com textura de crocodilo. Três referências animais, três texturas e um único look (precisamente a lógica maximalista que está a ganhar força).

E se ainda existe alguma hesitação em perceber como juntar estes padrões sem criar um look demasiado carregado, fomos à procura de algumas das melhores inspirações para mostrar como esta tendência pode ser incorporada no guarda-roupa.

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