O adereço oficial tem as cores de Portugal, o nome dos 27 convocados, uma homenagem a Diogo Jota, e está a ser usada para todos os jogadores da Seleção Nacional no Mundial 2026.
A pulseira que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, entregou aos jogadores da Seleção Nacional na residência oficial de São Bento vai passar dos relvados para as mãos de todos os portugueses.
Numa parceria inédita que junta a Fundação FPF (Federação Portuguesa de futebol), a Missão Continente e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, o adereço vai ser comercializado com um forte propósito solidário: apoiar a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Com as cores da bandeira de Portugal, a pulseira carrega um significado emocional. Nela constam não só os nomes dos 27 convocados por Roberto Martínez para o Mundial 2026, mas tambéem o de Diogo Jota, numa homenagem ao futebolista que faleceu em julho do ano passado (aliás, se Portugal passar a fase de grupos em primeiro lugar do grupo K, vai jogar a partida dos 16 avos de final no dia 3 de julho, data em que se assinala um ano desde a morte do jogador).
Como revelou Vitinha no início da competição, o grupo uniu-se em torno do adereço e a pulseira será usada por todos os jogadores durante a competição mundial.
A ideia de transformar este símbolo de união numa campanha nacional partiu de uma proposta do próprio primeiro-ministro, Luís Montenegro. Nos próximos dias, os fãs da equipa das quinas vão poder partilhar o mesmo adereço usado pelos atletas, apoiando Portugal de forma simbólica.
As réplicas exatas da pulseira oficial da Seleção serão colocadas à venda nas lojas Continente por um valor unitário de 1 euro. Por cada unidade vendida, metade do valor, 50 cêntimos, será doada diretamente à Liga Portuguesa Contra o Cancro, contribuindo para apoiar os doentes e financiar a investigação nesta área.
