Caso Maddie. “Dossier crucial” com “provas bombásticas” foi entregue a investigadores britânicos. Saiba tudo

A Alemanha acaba de receber ficheiros que contêm “provas bombásticas” sobre Christian Brueckner, o alemão apontado como raptor e homicida da menina britânica.

Após 19 anos do desaparecimento de Madeleine McCann na Praia da Luz, no Algarve, continuam a surgir novos desenvolvimentos e suspeitas ligadas ao caso, com Christian Brückner a ser considerado o principal suspeito pelas autoridades alemãs e inglesas. Agora, há novos detalhes sobre o caso.

Homem morre carbonizado nos fogos de Almería depois de entrar nas chamas para salvar os gatos
Homem morre carbonizado nos fogos de Almería depois de entrar nas chamas para salvar os gatos
Ver artigo

A equipa de investigadores da Scotland Yard, que continua a procurar Madeleine McCann, recebeu, no último mês, um “dossier crucial” com provas consideradas “bombásticas” sobre Christian Brückner, o alemão apontado como raptor e homicida da menina britânica que desapareceu na praia da Luz, no Algarve, a 3 de maio de 2007.

As autoridades alemãs terão juntado todos documentos, desde fotografias e relatos relacionados com o caso, e continuam a garantir que têm provas físicas (mas não forenses) relacionadas com Christian Brückner de que Madeleine McCann está mesmo morta, segundo adiantou uma fonte aos jornais britânicos “The Sun” e “Daily Mail”.

A mesma fonte indica que os investigadores britânicos “estão atrás dele [Brückner], tal como os alemães (…). Estes desenvolvimentos são enormes, mostram como o interesse da polícia em Christian Brueckner é real”.

Segundo a Scotland Yard, através da Met Police, a investigação ao desaparecimento de Madeleine está ativa desde 2011. “Mantemos um diálogo próximo com os nossos colegas na Alemanha e em Portugal. Vamos continuar a seguir qualquer linha viável de inquérito“, adiantou a mesma fonte ao “Daily Mail”.

Recorde-se de que a Scotland Yard já tentou levar Christian Brückner para o Reino Unido para ser julgado, contudo, uma lei alemã em vigor desde a Segunda Guerra Mundial impede a extradição de criminosos para países que não pertencem à União Europeia. Já os inspetores da Operation Grange – força criada para investigar apenas o caso Maddie – conseguiram contactaram diretamente o alemão para pedir a colaboração do mesmo, mas negou-se a falar.

O suspeito acabou por ser libertado da cadeia em novembro depois de cumprir pena por crimes sexuais cometidos em Portugal na zona da praia da Luz, tendo ficado com pulseira eletrónica. No entanto, a mesma foi retirada entretanto, visto que um tribunal alemão determinou que era “inconstitucional” proibir um cidadão livre de sair do País. Desde então tem vivido numa tenda na cidade de Kiel, no norte da Alemanha, sob vigilância policial.

Fale connosco

Se encontrou algum erro ou incorreção no artigo, alerte-nos. Muito obrigado.

Veja também

Scroll to Top