A cantora norte-americana aceitou um acordo judicial esta segunda-feira, 4 de maio, no Tribunal Superior de Ventura, na Califórnia, após ter sido deita por suspeita de conduzir sob o efeito de álcool e drogas em março deste ano.
No acordo estava explícito que os dois teriam de deixar de usar o título por “já não serem membros ativos da família real”, passando a sustentar-se financeiramente desde janeiro de 2020. No entanto, tal não aconteceu.
Depois de um processo em tribunal que causou muita polémica, a Amor Ponto, empresa da apresentadora, Cristina Ferreira e a SIC chegaram a acordo no mesmo mês em que foi anunciado o fim da revista "Cristina".
O Ministério Público defendeu que a empresa não agiu de forma rápida para remover os vídeos não consentidos, prejudicando várias mulheres. O site lamenta o sucedido e espera que o acordo traga algum "alívio às pessoas negativamente afetadas".