Terminada a reunião do Conselho de Ministros desta quinta-feira, 1 de abril, António Costa revelou que Portugal vai agora entrar na segunda fase do plano de desconfinamento. No entanto, o primeiro-ministro ressalvou que o ritmo de transmissão está a aumentar e que, por isso, o País aproxima-se da zona amarela da matriz apresentada pelo governo e que implicará um travão ao desconfinamento se o País sair da zona verde, na qual se encontra neste momento.

"Devemos ter em atenção que, em relação ao ritmo de transmissão do vírus, estamos a dirigir-nos para a zona amarela. Para já, estamos na zona verde e podemos dar o passo de avançar nas medidas de desconfinamento previstas", começou por dizer António Costa.

Por isso, será já a partir da próxima segunda-feira, 5, que abrirão as escolas do 2.º e 3.º ciclos (assim como os ATL para estas idades), centros de dia, museus, lojas com até 200 metros quadrados e com porta para a rua, feiras e mercados não alimentares e as esplanadas dos cafés — com um máximo de quatro pessoas por mesa. Nas esplanadas poderão ser servidas refeições, quer ao almoço ou ao jantar.

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No entanto, espera-se que, a partir de agora, e caso a evolução da pandemia mantenha o ritmo crescente face ao ritmo de transmissibilidade, haverá necessidade de ajustar as medidas em alguns concelhos. Isto porque, segundo António Costa, há agora um "total de 19 concelhos que estão acima do limiar de risco [ou seja, com mais de 120 casos de infeção por 100 mil habitantes]".

Os concelhos em questão são Alandroal, Albufeira, Beja, Borba, Cinfães, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Vimioso, Soure, Vila do Bispo, Lagoa, Marinha Grande, Penela, Carregal do Sal, Rio Maior, Ribeira de Pena, Portimão, Moura e Odemira.

No que toca à Páscoa, António Costa é assertivo: "Renovo o apelo para que todos façamos o esforço de evitar uma Páscoa infeliz. O tradicional almoço de Páscoa deve ser mesmo evitado", já que é nestes ajuntamentos em que o risco de contaminação é muito elevado.

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