O mundo parou com a notícia de que a atriz Grace Kelly iria deixar a representação par se tornar princesa do Mónaco na década de 50. Parecia uma história de encantar passada para a vida real: o romance parecia impossível pelo facto de a atriz ser plebeia, mas o amor falou mais alto e um Rainier III acabou mesmo por casar com alguém fora do seu círculo.

Não foi o primeiro caso do género, mas foi o mais mediático. A partir dessa altura o casar com alguém fora de realeza tornou-se mais banal e mais facilmente aceite por todos.

Antes dos protocolos, das viagens obrigatórias, dos acenos à multidão e dos discursos em todos os eventos, muitos dos príncipes e princesas tinham uma vida absolutamente normal. Trabalhavam em marketing, em jornalismo e houve até quem tivesse sido personal trainer.

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Letizia Ortiz é um dos casos mais flagrantes – jornalista num dos canais mais conhecidos de Espanha. Já Meghan Markle parece interpretar o papel de Grace Kelly na perfeição nos dias de hoje – a atriz deixou a representação por amor ao príncipe Harry, membro da realeza britânica, de quem espera o primeiro filho.

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