Aos 54 anos, José Alberto Carvalho continua a ver-se como um "romântico". Assim se descreve o pivô da TVI, em entrevista a Manuel Luís Goucha, no "Conta-me" deste sábado, 6 de agosto. Passou pelas três estações de televisão, assumiu cargos de direção na RTP e na TVI. Admite ter aprendido "imenso" nessas funções, nas quais geriu "equipas grandes", e em que "os confrontos são inevitáveis".

Na estação de Queluz de Baixo há 11 anos, o jornalista diz que, apesar de saber que as pessoas esperam que aja de determina forma, isso não o condiciona.  "Adoro andar de t-shirt, branca, preta ou azul. Alguns amigos dos meus filhos, quando me conhecem a primeira vez, ficam assim um bocadinho estupefactos: 'mas o teu pai é mesmo assim?'. Veem-me de ténis, sem meias, lá por casa, a fazer parvoíces com o cão... é o meu mundo", explica.

José Alberto de Carvalho tem quatro filhos: Rita, de 27 anos e Joana, de 25, fruto do relacionamento com a também jornalista Sofia Pinto Coelho; Duarte, de 17 anos e Maria, de 13, fruto do casamento com a pivô da SIC Notícias Marta Atalaya. "Enquanto ser humano os meus filhos tornaram-me uma pessoa muito melhor, só pelo simples facto de terem nascido e, depois, por serem como são, e depois por aquilo que me obrigaram a repensar sobre mim próprio", explica a Manuel Luís Goucha.

Admite ter sido um pai diferente para as filhas mais velhas. "Coincidiu com um período exigente da minha vida, em que eu trabalhava para aí 18 horas por dia", recorda. O jornalista explica também aquilo que mais procura na relação com os filhos "é que eles tenham autoconfiança, que sejam autónomos. "Nunca quis ser dono de um pedaço da vida dos meus filhos. eles não são minha propriedade".

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Apesar de Manuel Luís Goucha ter perguntado ao colega da TVI como estava o coração, este esquivou-se à pergunta. Em janeiro, foi noticiado que estaria a namorar com Mila Diogo, relações públicas da discoteca Tamariz, o que nunca foi oficialmente confirmado. O jornalista admite ser romântico e procurar o amor. "Acho que desejo o mesmo que sempre desejei...se o consigo ou não...", confessa.

Revela que o que procura numa companheira de vida é "o brilho nos olhos" e que o pior que pode acontecer numa relação é "quando alguém permite que o tédio se instale". "A rotina mata, o espelho, às vezes, mata". Admite lidar "muito mal" com o desamor. "Eu acredito no amor. Amor mesmo é uma palavra pouco usada. Eu, quando uso a palavra amor em conversas com os meus filhos, eles ficam incomodados! Digo-lhes 'amo-te' todos os dias. Mas não é só o 'amo-te'. É falar sobre o amor. Falar sobre o amor entre pais e filhos é fundamental. Não se fala sobre o amor. fala-se sobre outro tipo de relações, outro tipo de sentimentos... amor é diferente.", reflete o pivô da TVI.

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