Entre casa, trabalho, filhos, vida a dois e convívios com os amigos, é legítimo que não tenha tempo ou até mesmo disposição para mergulhar em séries com dezenas de episódios. Mas isso não significa que tenha de cortar por completo relações com o streaming — ou já se esqueceu do poder de um bom filme?

6 filmes ou séries que vemos quando nos queremos sentir felizes
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Em maio, por exemplo, o que não faltam são motivos para manter ativa a subscrição da Netflix. Vem aí um novo romance fofinho com Victoria Justice, protagonista da antiga série do canal Nickelodeon "Victorious", um filme de ação hilariante (daqueles que faz rir até doer a barriga) com Omar Sy e Laurent Lafitte e até uma nova produção sobre o homicídio do fotógrafo José Luis Cabezas, que chocou a Argentina em 1997.

E o melhor é que as novidades não ficam por aqui. De "Incompatíveis e não só...2" a "Uma Combinação Perfeita", eis sete filmes que chegam à Netflix já em maio.

"Incompatíveis e não só... 2" (6 de maio, Netflix)

Está pronto para ver o protagonista de "Lupin" (Omar Sy) na pele de um agente da autoridade? É que nesta nova produção da Netflix, que se estreia a 6 de maio, vai deparar-se com uma dupla policial, no mínimo, improvável.

Ousmane Diakité (Omar Sy) e François Monge (Laurent Lafitte) são dois polícias com estilos, raízes e carreiras bem diferentes. Além de estupidamente cómicos (no melhor sentido do termo), são altamente incompatíveis, mas acabam por se ver obrigados a trabalhar em dupla numa nova investigação por toda a França.

Há crime, há mistério, há ação, mas, com base no trailer, é seguro afirmar que também há conteúdo suficiente para gargalhar até doer a barriga.

"Deixa-te Levar" (6 de maio, Netflix)

Baseado no romance homónimo de Sarah Dessen, "Deixa-te Levar" chega à Netflix através da escrita e adaptação de Sofia Alvarez. E, sim, é mais um romance fofinho para ver sem vergonha à sexta-feira à noite e, quiçá, verter aquela lágrima discreta.

Protagonizado por Emma Pasarow e Belmont Cameli nos papéis de Auden e Eli, respetivamente, o filme conta a história de dois jovens, cuja vida muda assim que os destinos se cruzam. Auden passa o último verão que lhe resta antes da faculdade na vila costeira de Colby, mas acaba por não viver a mesma rotina de todos os outros adolescentes, que se divertem com festas e sol, porque sofre de insónias.

Esta jovem passa o tempo a vaguear pelas ruas vazias, quando todos estão a dormir, mas tudo muda quando conhece Eli, um jovem encantador e misterioso que, tal como Auden, pouco dorme durante a noite. A ligação entre ambos leva-os a refletir sobre o porquê de se terem contentado com a vida nas sombras, enquanto, em simultâneo, "mostram um ao outro como desfrutar dela ao máximo", avança a plataforma de streaming.

"O Nosso Pai" (11 de maio, Netflix)

Imagine este cenário: vive a vida inteira a sonhar ter um irmão ou uma irmã e, às tantas, um teste de ADN revela que tem não um, mas sete meios-irmãos. Parece um sonho, certo? Errado. É que esta é a base da história de "O Nosso Pai", que conta com um enredo que se assume, no mínimo, macabro.

Assim que Jacoba Ballard, a alegada filha única, concebida através de uma doação de esperma, descobre a existência dos irmãos, o grupo une-se e decide-se a descobrir mais acerca da sua peculiar árvore genealógica. Só que o pânico instala-se assim que a verdade doentia vem à tona: o médico de fertilidade dos pais tem vindo a inseminar os pacientes com o seu próprio esperma, sem conhecimento ou consentimento deles.

"Enquanto Ballard e os irmãos recém-descobertos se vão apercebendo de que destaparam apenas a ponta do icebergue de logro do médico, a sua busca por justiça assume o papel central desta história profundamente desconcertante acerca de uma impensável quebra de confiança", avança a plataforma de streaming.

"De Volta ao Liceu" (13 de maio, Netflix)

Se já quis voltar ao auge da sua adolescência, nem que fosse assim por meros instantes, temos más notícias: Rebel Wilson anda a viver o seu sonho. Pelo menos, em plena ficção.

É que depois de um acrobacia da claque que correu mal e a deixou em coma durante duas décadas, esta mulher acorda com 37 anos e quer viver um sonho antigo, que remonta à sua adolescência: ser rainha do baile de finalistas.

E não é que tudo indica que vai conseguir? Isto, claro, com contratempos hilariantes pelo meio e, claro, com o registo cómico a que Rebel Wilson já nos habituou.

"Inferno Cibernético" (18 de maio, Netflix)

É uma história verídica, mas podia perfeitamente ser um filme de terror. Antes fosse, na realidade.

Neste documentário de longa-metragem, o realizador Choi Jin-seong revela como mulheres foram coagidas a transferir material explícito delas mesmas para canais fechados na plataforma Telegram, apenas disponíveis a utilizadores que pagavam em criptomoedas aos cabecilhas.

A reconstituição do que aconteceu é feita a partir de entrevistas e animações, mas no centro do filme documental estão duas estudantes universitárias, um grupo de jornalistas e, ainda, os agentes de cibercrime que perseguiram esta rede criminosa online de exploração sexual, a Nth Room.

"Esta é a história de um dos mais devastadores crimes digitais de que há registo, do anonimato digital que permitiu que ele florescesse, e a das vítimas que ousaram falar para ajudar a acabar com a operação", explica a plataforma de streaming.

"O Fotógrafo e o Carteiro" (19 de maio, Netflix)

Conhece o caso de José Luis Cabezas, o famoso fotógrafo, cujo homicídio chocou a Argentina em 1997? É precisamente a história macabra deste crime que protagoniza a nova produção da Netflix.

Isto porque a morte deste fotógrafo personificava apenas a ponta de icebergue e a investigação acabaria por revelar a existência de uma rede de crime organizado, que parecia envolver a elite política e financeira do país. "As consequências do que se passou foram quase tão dramáticas como o próprio crime, não apenas para os que o cometeram, mas para a nação inteira", esclarece a Netflix, na sinopse oficial.

Agora, "O Fotógrafo e o Carteiro" compromete-se a revelar tudo o que se sabe sobre o caso, que continua a ser tema de conversa 25 anos depois.

"Uma Combinação Perfeita" (19 de maio, Netflix)

Este é daqueles filmes que faz qualquer um sentir o peso da idade. Até mesmo a malta mais antiga da geração Z.

Porquê? É simples: é que Victoria Justice, a protagonista da antiga série do canal Nickelodeon "Victorious" (que, à data, vestia a pele de uma estudante de um liceu) em "Uma Combinação Perfeita" interpreta o papel de uma executiva de sucesso de uma empresa em Los Angeles, nos Estados Unidos. Leu bem. O tempo já abrandava.

Falamos de Lola (Victoria Justice), uma ambiciosa (e determinada) executiva de uma empresa vitícola, que deixa o seu emprego em Los Angeles para abrir a sua própria empresa de distribuição de vinho. Quando o primeiro cliente de sonho desta jovem admite não estar interessado em fazer negócio, Lola oferece-se para trabalhar, de mãos na terra, em pleno rancho, para provar o valor.

Inicialmente, parece não ter grande jeito para a coisa, mas acaba por simpatizar com Max (Adam Demos), o capataz responsável por lhe dar orientação. À medida que a relação começa a avançar para caminhos mais íntimos, Lola descobre que, além de oportunidades de negócio, a Austrália também pode mesmo ser o sítio perfeito para encontrar o amor.

"Mas será que os segredos de Max vão impedir Lola de realizar os seus sonhos?" é a pergunta que a plataforma de streaming deixa no ar.

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