Na gala deste domingo, 11 de outubro, de "Big Brother - A Revolução" foram mostradas imagens da Curva da Vida de Carlos. O concorrente de Odivelas falou sobre o passado problemático e ainda sobre a distância que mantém do pai, que sofre de um transtorno bipolar.

"Chamo-me Carlos porque o meu nascimento coincide com o ano da morte do meu avô paterno", começou por dizer o morador da casa mais vigiada do País. "Nunca tive uma relação muito próxima com o meu pai, mas a minha mãe soube compensar essa ausência. É como se fosse uma irmã de muita confiança, mas nunca fui capaz de desabafar até porque ela já tinha tido uma depressão e não queria a ser mais um peso", acrescentou.

Carlos referiu também que durante muitos anos se sentiu a ovelha negra da família. "Não tinhas boas notas, tinha um comportamento agressivo", explicou, referindo ainda que começou a escrever músicas inspiradas na sua vida como um refúgio.

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"O meu pai tem um transtorno bipolar, foi um choque vê-lo internado. Senti que se eu desabasse ali que o mundo ia desabar também", frisou. "Em 25 anos, nunca tive uma conversa séria com o meu pai que durasse mais de dez minutos e ele não sabe nada disto que eu senti", afirmou, emocionado.

O concorrente explicou que nunca sentiu ser motivo de orgulho no seio familiar. "E agora acho que os estou a deixar orgulhosos por estar num reality show", disse.

"Já não me considero uma pessoa problemática. Conheci a minha namorada e encontrei a felicidade e a pessoa que estou aqui a ser, com mais maturidade, foi 90% graças a essa mulher. Atrás de um grande homem está uma grande mulher, e isso faz todo o sentido", rematou.

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