Pedro Soá do "BB2020" contou à MAGG que não tem acompanhado muito o "Big Brother - A Revolução", pois não se consegue rever nos concorrentes e não achou vantajoso a TVI ter feito uma edição logo a seguir àquela em que participou. Ainda assim, o ex-concorrente tem boas expectativas para o "Big Brother - Duplo Impacto" e não descarta um possível convite para participar.

"Terem posto esta edição a seguir à outra não foi bom para os concorrentes nem para a televisão. Acaba por ser penoso para os jogadores, porque há sempre uma comparação com os antigos concorrentes", começou por dizer o empresário. "Na minha edição, tivemos o processo do 'BB - Zoom', em que fomos para a casa já com algumas ligações", recordou.

Quando entraram para a casa mais vigiada do País, os concorrentes do "BB2020" não tinham noção do que se passava fora do jogo. "Não sabíamos que existia uma Pipoca ou um Pedro Crispim. Não sou apologista da desgraça, mas sou racional e percebi que isto não ia ser muito bom, até porque houve transformações na casa", frisou, dando o exemplo do bunker que teve destaque logo no início desta edição.

"Vejo muito pouco este programa, acho que se perdeu a essência", revela Pedro, a propósito da atual edição do reality show. "Para além de terem colado as edições uma à outra, o casting também não foi muito bem feito. Há pessoas que não estão a fazer lá nada, são pessoas banais. Televisão é entretenimento e aquilo não são dois dias de programa, são três meses", acrescentou.

Pedro Soá tem sido comparado a Rui Pedro, devido aos comportamentos verbalmente agressivos dentro do jogo, mas o ex-concorrente diz não gostar de ser comparado a ninguém. "Somos pessoas diferentes, em situações diferentes. Tudo é diferente", frisou.

"Comparar concorrentes é mau para eles, porque acabam por ser sempre uns clones. As pessoas já estão mais a pensar no novo programa do que neste. Estão a desejar que este acabe. Acho que a própria TVI, se pudesse, acabava já com o programa", afirmou o ex-concorrente do Montijo.

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Ainda sobre Rui Pedro, o empresário contou que não é tão "incisivo" quanto ele. "Mas se formos a ver, ele e mais duas pessoas são os que mantêm o programa vivo. Quando lá estava, chamava à atenção quando não havia nada para fazer", acrescentou, explicando que essa poderá ser uma das semelhanças entre ambos.

Questionado sobre quem acha que poderá ser o grande vencedor do "Big Brother - A Revolução", Pedro Soá é peremptório: "Poderá ser a Joana ou talvez o Renato. Para dar conteúdo, as pessoas gostam de um Rui Pedro ou Carina. Mas no final, há sempre alguém que vai passando pelos pingos da chuva", atirou.

O ex-BB2020 diz ainda que há fãs do formato que gostariam de ver um frente a frente com o concorrente de Oliveira do Hospital. "As pessoas dizem-me que gostavam que eu entrasse nesta casa para enfrentar o Rui Pedro, mas acho que há muita falta de respeito, o calão é usado de cinco em cinco minutos, o que e péssimo. Há muita juventude, o nosso era mais equilibrado. Acabámos por criar dois grupos e isso vai ficar para sempre na história. Mas havia sempre um respeito pelo programa, que é o que eu não vejo agora", explicou Pedro Soá.

De olho no "Big Brother - Duplo Impacto"

Ainda que esteja a acompanhar pouco esta edição, o ex-concorrente do "BB2020" não descarta um possível convite para a edição que tem estreia marcada para janeiro. "Até agora, não me foi feito nenhum convite. Mas fiquei muito surpreendido com aquilo que a Teresa Guilherme disse no programa da Cristina Ferreira, e com o Cláudio Ramos ao lado. Ela disse que eu sou o concorrente que ela mais gosta", relembrou.

"Para entrar neste 'Big Brother', tem de haver algo aliciante. Se o programa durar três meses, seria muito. 30 dias é o ideal. Importa também o número de concorrentes e quem são. Assim como o tipo de conceito e, claro, a parte financeira", acrescentou.

O conceito do novo reality show da estação de Queluz de Baixo ainda não é conhecido, no entanto "acho que vai ser o 'BB2020' contra o 'BB - A Revolução. Inevitavelmente, já haveria algumas ligações e as pessoas cá fora iam torcer mais por uns ou outros.

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O ex-concorrente do Montijo contou, ainda, à MAGG que tinha muito mais para mostrar na sua edição, algo que ainda pode vir a fazer no "Big Brother - Duplo Impacto". "Tenho consciência que poderia ter chegado à final. Mas não estava bem psicologicamente, todos estamos sujeitos a estar menos bem. Para mim, a adaptação ao "BB - Zoom" foi péssima. Foram 18 dias fechado e eu sou mais de terreno, de convívio e contacto. Não sou estático", garantiu.

"É óbvio que não estamos acostumados àquela pressão, chega a um ponto em que até nos esquecemos das câmaras. A nossa casa, comparada com esta não tem nada a ver. Para a televisão, interessa aquilo que somos lá dentro e eu fui um excelente concorrente", rematou Pedro Soá.

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