À semelhança do que aconteceu no primeiro confinamento de março, a autarquia lisboeta vai suspender temporariamente os custos de estacionamento na cidade. A proposta, apresentada pelo CDS-PP, foi aprovada esta quinta-feira, 21 de janeiro, e teve o apoio do PSD, CDS, BE e PCP. Já o PS votou contra.

"A suspensão temporária do pagamento do estacionamento na via pública permitirá, mais uma vez, que as pessoas não tenham que contactar com parquímetros e outros equipamentos, possíveis focos de contágio de COVID-19, constituindo ainda um apoio ao rendimento das famílias", justifica o documento.

Além da proposta de suspensão do pagamento de estacionamento na cidade, este tornar-se-á gratuito nos parques de estacionamento da EMEL (Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa) para os veículos com dístico de residente válido.

Estes terão ainda a vantagem de ter a validade do dístico estendida até 31 de março (para dispositivos válidos a 15 de janeiro). "A aplicação desta regra deverá ser estendida no caso das medidas de confinamento geral se prolongarem para além desta data", acrescenta o documento. Ambas as medidas estão já aprovadas, uma vez que não necessitam da aprovação da Assembleia Municipal de Lisboa (AML).

O mesmo não acontece com a proposta de suspensão de pagamento do estacionamento no município, liderado por Fernando Medina, que terá de ser reprovada em sessão plenária.

Para já, é certo que o estacionamento é gratuito para profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que trabalhem no combate à pandemia de COVID-19, em Lisboa, até 30 de junho, conforme foi aprovado pela AML esta quinta-feira, 21, por unanimidade.

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