O corpo do jovem português Tomás Alcaravela, de 19 anos, estudante do 2.º ano de Medicina na Universidade de Charles, na República Checa, foi encontrado ao início da noite de segunda-feira, 8 de novembro, numa claraboia no prédio onde habitava, na cidade Plzen. Sabe-se ainda que o óbito foi declarado no local, conforme avançou o jornal checo "Krimi Plzen".

Tomás Alcaravela estava desaparecido desde sábado, depois de ter saído para ir à discoteca No Limits. A última vez que foi visto foi a entrar no apartamento onde morava, por volta das 5h.

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Depois de ser dado como desaparecido por amigos, que se aperceberam da ausência prolongada de Tomás Alcaravela, segundo fontes citadas pelo mesmo jornal, começaram as buscas e tentativas de localizar o telemóvel do jovem ou saber se estava em hospitais próximos. Contudo, nenhum dado foi conseguido sobre o paradeiro de Tomás Alcaravela, natural de Abrantes.

Esta segunda-feira, 8, circulava nas redes sociais um apelo para contactar os pais do estudante caso alguém o tivesse visto, mas a notícia da morte acabaria por chegar horas mais tarde. 

De acordo com o presidente da câmara Municipal de Abrantes, Manuel Valamatos, a comunidade ficou "muito preocupada", disse ao "Jornal de Notícias", e o próprio chegou a contactar o pai do jovem, cardiologista, que já tinha ido com a família para a República Checa para ajudar nas buscas.

A Embaixada de Portugal em Praga está a par da situação e a acompanhar as "diligências das autoridades policiais checas, que prosseguem", disse fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) à agência Lusa, citada pela TVI24.

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