Há mais 59 mortes e 3.927 novos casos de infeção em Portugal pelo novo coronavírus. São estes os dados divulgados esta quarta-feira, 4 de novembro, pela Direção-Geral da Saúde, no novo boletim epidemiológico. No total, o boletim das últimas 24 horas indica 7.400 casos, mas esse número deve-se a um atraso no reporte laboratorial na região Norte do País e resulta do somatório dos 3.570 registados desde 30 de outubro.

Os novos dados são atualizados no mesmo dia em que o primeiro-ministro António Costa revelou que o objetivo do governo é "manter um Natal normal tal como os portugueses estão habituados", apesar do aumento de casos de infeção que se registaram nas últimas semanas em todo o País.

"Nós queremos ter Natal tão parecido com o Natal que as nossas tradições nos foram ensinado a ter. Com bacalhau ou com peru, com consoada, com missa ou sem missa do galo, cada um escolherá. Queremos manter o Natal e faz parte das nossas tradições que seja também um momento em que damos, de forma mais simbólica ou de forma mais material", revelou à saída de uma cerimónia que serviu para a assinatura de acordos entre o governo, a DECO e associações de lojistas com o objetivo de alargar o período para a devolução de presentes de Natal.

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A nova medida implica que os consumidores passarão a ter pelo menos até ao final de janeiro para fazer as suas devoluções enquanto que, até aqui, uma compra feita a 1 de dezembro só poderia ser devolvida até ao final do mês.

Para que seja possível aos consumidores identificarem de forma imediata quais as lojas que vão aderir a este protocolo — uma vez que não será obrigatório —, estas estarão devidamente identificadas com um selo de confiança e segurança à entrada do espaço comercial, avança a mesma publicação.

A implementação deste novo protocolo permitirá não só incentivar a antecipação das compras de Natal, mas também evitar ajuntamentos que continuam a ser o principal veículo de contágio do novo coronavírus em comunidade

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