O percurso de sucesso da Netflix já viu melhores dias: entre abril e junho deste ano, a plataforma de streaming perdeu 970 mil subscritores, refere a CNN Portugal. Em abril, as previsões apontavam para uma perda de dois milhões de subscritores, por isso, os resultados, dentro de um panorama mais negativo, até foram surpreendentes.

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Mas a verdade é que nem a mais recente temporada de “Stranger Things” trouxe resultados mais animadores, e a Netflix já está a procurar soluções para voltar a atrair mais clientes, como apostar em planos mais baratos (com modalidades com anúncios). Por outro lado, a plataforma de streaming quer acabar com os "truques", e já está a pensar em formas de controlar a partilha de palavra-passes entre diferentes pessoas.

No entanto, se faz parte do grupo de pessoas que cancelou a subscrição da plataforma ou está a pensar em fazê-lo, deixamos-lhe seis sugestões de séries que podem fazê-lo mudar de ideias.

“Stranger Things”

Não, não conseguimos resistir ao grande sucesso que é “Stranger Things” e vamos ter de voltar a falar sobre isto. A nova temporada da série de ficção científica bateu recordes na plataforma de streaming. Os criadores da série, os irmãos Matt e Ross Duffer, já assumiram que esta foi a temporada “mais desafiante até agora”, com “nove guiões, mais de 800 páginas, quase dois anos de filmagens”.

E prometemos que vale a pena render-se a este fenómeno. Mesmo para quem não é (ou não era até ver a série) fã de ficção científica, é impossível não se apaixonar por cada uma das personagens e começar a achar que está em Hawkins.

A série decorre nos anos 80 e entre experiências científicas, paranormais e sobrenaturais em humanos há uma carga muito humana em cada uma das amizades, seja em relações, amizades ou nos momentos mais cómicos da série.

As quatro temporadas estão disponíveis na plataforma.

“The Crown”

"The Crown" é um grande mergulho na família real britânica. A série é baseada em eventos histórica e retrata momentos políticos e pessoais essenciais do percurso da rainha Isabel II

A vida da monarca inglesa (interpretada por Claire Foy nas primeiras temporadas, depois por Olivia Colman) é contada a partir da morte do seu pai George VI (Jared Harris) em 1952, quando começou a assistir às audiências com o primeiro-ministro. A rainha assume o trono aos 25 anos e as quatro temporadas descrevem os problemas e prioridades que surgem ao longo do seu reinado.

A quinta temporada estreia ainda este ano. “The Crown” já conquistou o Emmy e o Globo de Ouro para Melhor Drama e deu a vitória nos Emmy a Olivia Colman e Claire Foy.

As quatro temporadas estão disponíveis na plataforma.

“Borgen”

O mote é o poder político na Dinamarca. A história começa com uma candidata com pouca popularidade que chega a primeira-ministra e veio alterar todo o universo político do país. Com uma mulher no poder, todas as regras começam a ser alteradas no Parlamento e claro que há desavenças, confusões, jogos de orgulho e muita discussão e vingança.

A série foi criada em 2010 e conta com três temporadas e o elenco tem Sidse Babett Knudsen, Birgitte Hjort Sørensen Sorense, Pilou Asbaek.

As três temporadas estão disponíveis na plataforma.

“Russian Doll”

Todos já nos questionámos acerca do dia em que morremos, como será, quando e onde. Nadia (Natasha Lyonne) vive esse dia num loop interminável. Ao ser convidada de honra de uma festa em Nova Iorque, morre ao abandonar o evento, e acorda todos os dias na data do seu 36.º aniversário. Tenta sempre perceber o que aconteceu, porque tem a noção da sua morte. Ao longo da série acaba por encontrar um rapaz que vive na mesma roda de emoções, Alan Zaveri (Charlie Bennett), que em vez da morte joga com o fim de um relacionamento.

A série criada por Natasha Lyonne, Charlie Barnett e Greta Lee já foi nomeada para os Emmys.

As duas temporadas estão disponíveis na plataforma.

“Better Call Saul”

Já se perdeu nas centenas de episódios de “Breaking Bad”? Continua com uma curiosidade imensa sobre o mundo de Walter White? Não, esta série não é sobre o que aconteceu a seguir. Mas sim como era a vida de Sal Goodman (Bob Odenkirk) antes de conhecer Walter White (Brian Craston) e Jesse Pikman (Aaron Paul).

Antes de ser conhecido como Saul Goodman, a personagem é Jimmy McGill, um advogado de pequenas causas. De repente, a sua vida dá uma reviravolta e precisa de cuidar do seu irmão, Chuck, que tem uma doença mental. No decorrer da série, Jimmy McGill envolve-se com pessoas perigosas, entre eles Nacho Varga (Michael Mando) e Tuco Salacamnca (Raymund Cruz).

Entre as muitas nomeações, a série lançada em 2015, criada por Vince Gilligan e Peter Gould, foi nomeada para os Emmys nas categorias de Melhor Drama, Melhor Ator Principal e Melhor Ator Secundário.

As seis temporadas da série estão disponíveis na plataforma.

“La Casa de Papel”

“La Casa de Papel” vai deixá-la com os valores trocados. Durante um assalto a um banco, quem vai defender? As vítimas, certo? Aqui a história vai ser ao contrário e vai viver com imensa adrenalina a vida dos assaltantes que entram na Casa da Moeda de Espanha.

O plano foi definido ao pormenor, os assaltantes também e os valores dos malvados não vão parecer assim tão maus. Vai dar por si a cantar “Bella ciao, bella ciao”, porquê? Não podemos revelar todos os detalhes.

O elenco conta com Úrsula Corberó, Álvaro Morte, Itziar Ituño. Não acompanha o talento espanhol? Temos a certeza que vai passar a devorar todos os conteúdos.

A série está disponível na íntegra na plataforma.

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