O grupo de concorrentes da edição brasileira do reality show da Netflix pensa que vai desfrutar de umas autênticas férias repletas de praia, calor, diversão e sexo – no entanto nem tudo é o que parece e a produção acaba por lhes trocar as voltas. 

Da saga "amor e uma cabana" chega a sequela "uma ilha paradisíaca e um grupo de concorrentes que não faz a mínima ideia de que acabou de entrar numa experiência social". À semelhança do que aconteceu nas duas temporadas américo-britânicas de "Too Hot To Handle", os concorrentes são atraídos para o reality show como se de uma verdadeira armadilha se tratasse.

"Too Hot to Handle". O novo reality show da Netflix em que perde quem fizer sexo e que conquistou os portugueses
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O desafio (parece) simples: criar e estimular relações emocionais em troca de um prémio final de 81 mil e 300 euros. Com uma única premissa: neste programa, não são permitidas quaisquer atividades sexuais – de beijos a carícias genitais e do famoso "roça-roça" até ao ato sexual.

Dizem as boas línguas que quem brinca com o fogo acaba por se queimar e Lana, a assistente de inteligência artificial do novo reality show da Netflix, não podia estar mais de acordo. Este pequeno (mas omnipresente) ser eletrónico tem uma única tarefa: certificar-se de que ninguém se atreve a quebrar as regras.

Para ajudar à festa, toda e qualquer infração, desde beijos escaldantes a mãos atrevidas, desconta um valor ao prémio final – que é de todos. É caso para dizer que, no novo reality show da Netflix, por um pagam (literalmente) todos.

Os concorrentes de
Os concorrentes de "Too Hot to Handle Brasil"

Com mais de 80 mil euros em jogo, o que é que será mais importante para este grupo de jovens incrivelmente atraentes: o amor, o sexo ou o dinheiro? Os primeiros quatro episódios já estão disponíveis na Netflix, mas os episódios finais só chegam à plataforma de streaming no próximo dia 28 de julho.

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