Depois de quatro sessões de apresentação e de inúmeras datas de lançamento falhadas, Kanye West lançou este domingo, 29 de agosto, o seu novo disco nas principais plataformas de streaming. "Donda"chegou sem aviso prévio, sem imagem de capa e com 27 canções que compõem uma hora e 48 minutos de música.

Disponível na Apple Music e no Spotify, o novo disco de West conta com participações de artistas como The Weeknd, Pusha T, Travis Scott, Marilyn Manson e Jay-Z. No entanto, e ainda que tenha sido um dos lançamentos mais esperados de West, o rapper diz que o seu novo trabalho foi lançado sem a sua autorização.

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"A Universal [Music Group] lançou o meu disco sem a minha autorização e impediu que [a canção] "Jail 2" fizesse parte do álbum", escreveu Kanye West. O tema em questão conta com a participação de DaBaby — que desde julho está envolto em polémica após vários comentários homofóbicos — e esteve indisponível nas primeiras horas após o lançamento do álbum. Cinco horas depois, a canção voltou a ser acessível tanto na Apple Music como no Spotify.

O tema em questão conta ainda com o contributo de Marilyn Manson, acusado por Evan Rachel Wood, sua ex-namorada, de abusos sexuais. A Universal não reagiu oficialmente à acusação, mas fontes próximas da editora descrevem as alegações como sendo "ridículas", escreve a revista "Variety".

O nome do mais recente trabalho de Kanye West é inspirado na mãe do artista, que morreu em 2007. Desconhece-se se esta será a versão final do álbum ou se, à semelhança do que aconteceu com "The Life of Pablo", editado em 2016, ainda passará por várias alterações.

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