Quando falam em pedido de casamento, a ideia que nos ocorre é um cenário romântico, em que o homem está com um joelho no chão, uma caixa com um anel e a mulher com ar embevecido a olhar para ele. Porquê? Porque ainda temos um estereótipo associado ao casamento, em que é o homem que tem de fazer o pedido. Mas a Wonther, marca portuguesa de joalharia ética e sustentável, quer quebrar com essa corrente.

“A tradição do casamento ainda está muito antiquada. Há uma norma de género que está a ser extremamente difícil de combater. Se olharmos para todas as convenções que temos na sociedade, pouco a pouco vamos ultrapassando muitas delas. Mas esta, e depois de muita pesquisa que fiz, insiste em ficar”, diz à MAGG Olga Kassian, 25 anos, fundadora da marca criada em 2019 e concebida para todos, dos anéis aos colares.

Sem vestido e fato, este casamento tinha tudo para correr mal. Mas um grupo de escoceses salvou o dia
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Uma vez que por natureza a Wonther também gosta de insistir naquilo em que acredita, criou a Love is Love (ou Amor é Amor, em português), a nova linha de anéis de noivado e alianças de casamento pensada para incentivar as mulheres a pedirem os namorados em casamento.

“As mulheres fazem de tudo e mais alguma coisa para serem pedidas em casamento, exceto fazerem a questão”, refere Olga. “Como na Wonther gostamos de quebrar estereótipos e com aquilo que é convencional — aliás, qualquer uma das nossas peças é para toda a gente — aqui pensei: ’Bem, quero lançar esta linha, mas não pode ser dentro daquelas que são as normas, porque eu não acredito nisso e tudo o que fazemos tem de ir ao encontro destes valores”, sublinha.

Foi assim que nasceu a nova coleção Love is Love, composta por dois anéis de noivado e dois de casamento, com opções em ouro branco e ouro amarelo, cujo preço começa nos 830€.

Com as novas peças, a estatística pode ser mudada — menos de 5% das mulheres pedem a outra pessoa em casamento, segundo a pesquisa da marca — e contribuir para a felicidade dos 70% de homens que dizem que gostavam de ser pedidos em casamento.

“Direcionámos a nova campanha para fazerem a questão. Claro que os homens também podem fazer, mas isso já é o normal”, reforça Olga Kassian.

Um anel realmente precioso — para a vida e ambiente

Uma particularidade da marca de joalharia portuguesa Wonther é que é ética e sustentável. O que é que isto significa? Que está alinhada com ambiente e com quem nele habita.

“Os metais preciosos que usamos, as pedras, todas as matérias-primas são certificadas pela Responsible Jewellry Council, uma entidade que, a nível mundial, regula as cadeias de abastecimento da indústria da ourivesaria e relojoaria. Eles fazem auditorias desde a mina até ao produto final, garantido que são pagos salários justos, não há trabalho infantil, não há lavagem de dinheiro associada”, explica a fundadora da marca.

Assim, comprar um anel de noivado ou casamento na Wonther é não só assumir com alguém um compromisso para a vida, como com o ambiente (até porque uma percentagem das peças concebidas numa fábrica na zona norte do País é feita com matéria prima reciclada).

Pode comprar os anéis online e enviar as histórias para a marca através de e-mail (hello@wonther.com) ou mensagem privada no Instagram. “Estou a ter imensa dificuldade em encontrar exemplos práticos. Porque só quando houver é que se calhar as mulheres vão dizer ‘eu também posso fazer isto’“, remata Olga.

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