Esta terça-feira, 22 de fevereiro, o anfitrião da casa do "Big Brother Famosos" inseriu uma dinâmica na qual cada um dos finalistas teria de nomear outro que considerasse ser aquele com que menos se identificava em termos de estratégia de jogo. Marta Gil elegeu Jorge Guerreiro e explicou porquê.

"No primeiro mês de jogo, eu sentia que o Jorge às vezes queria dizer mais coisas, mas não dizia, porque tinha o Bruno ali ao lado. Por ser o Bruno, porque se calhar se fosse outra pessoa, o Jorge se calhar até diria", considerou a atriz. "Mas todos nós sabemos o peso que era ter aqui um Bruno de Carvalho", recordou.

Primeira atuação de Bruno de Carvalho teve bocas à "Voz" e a companhia de uma ex-"Secret Story".
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"Todos nós sabemos a importância que ele podia ter ou não lá fora. E isso pesava, às vezes, no sentido de nós até termos uma opinião contrária à dele. E a importância que davas também a ‘o que é que isto vai causar?’", argumentou. "Portanto, acho, sim, que o Jorge às vezes usou o silêncio como forma de simplesmente não mexer nas coisas", concluiu.

"O Bruno não era a melhor pessoa para que tu pudesses dar um conselho ou dizer alguma coisa"

Jorge Guerreiro concordou com a opinião da colega e justificou-se: "Houve um certo relaxamento da minha parte em relação a opinar muitas vezes. Eu opinava quando me era pedido. De certa forma, eu também sei que o Bruno não era a melhor pessoa para que tu pudesses dar um conselho ou dizer alguma coisa, mas também o fiz algumas vezes", começou por dizer.

"Em relação ao peso do Bruno de Carvalho, eu acho que também não nos podemos esquecer de que se calhar o Bruno de Carvalho era a pessoa mais polémica que entrou nesta casa e se calhar a pessoa com mais anticorpos que trazia, por todo o historial. E, mesmo assim, foi a pessoa com quem eu estive mais próximo durante grande parte do jogo", salvaguarda.

"Portanto, eu, vendo por esse prisma de que o Bruno tinha um peso enorme e positivo, a minha ligação ao Bruno, desde o princípio, se assim fosse, também poderia ter pensado ‘não me vou colar a este homem, porque tem um historial, ou porque tem muitos anticorpos lá fora, e pode não ser bom para mim’", rematou, recordando que formou uma ligação com o DJ "logo desde o primeiro dia".

"Não opinei tanto contra algumas atitudes do Bruno, mas também não lhe batia palmas"

"Ir contra o Bruno de Carvalho traz realmente muito trabalho", reconheceu. "Mas eu também relativizei um pouquinho. Talvez não quisesse criar problemas para mim, nesse sentido. Quis-me defender de alguma forma, garantidamente, de uma guerrilha ou de ser mais um contra ele, mas para minha própria proteção. E isso também foi um dos motivos pelo qual não opinei tanto contra algumas atitudes do Bruno, mas também não lhe batia palmas", referiu.

Marta Gil apelida esta atitude de "cartada da abstenção" e Jorge Guerreiro reconhece "algum relaxamento" para "ficar mais confortável" na casa. "Mas também é um pouquinho a minha forma de ser", considera. "Se calhar calei-me algumas vezes e abstive-me de dar a minha opinião, inclusive também em relação ao Bruno, se calhar também para poupar algum trabalho e algum desgaste energético", acha.

No mesmo dia, à conversa com Mário Jardel no jardim, o cantor fez uma retrospetiva da sua amizade com o antigo presidente do Sporting. "Sempre fui próximo do Bruno desde o princípio, nunca o neguei. E sim, na última semana e meia, percebi que estavam a acontecer algumas coisas com que eu próprio não estava a concordar", reconheceu.

"Eu, para estar aqui, tenho que estar ao pé de pessoas com boa energia e que me puxem para cima, e aquilo que estava a acontecer em relação ao Bruno é que eu sentia que ele estava já a achar isto tudo muito pesado, já estava completamente em modo bomba-relógio e eu, que sou uma pessoa de paz, obviamente que comecei a afastar-me um pouquinho e acho que isso até foi notório", avançou.

"O Bruno foi uma pessoa muito importante nesta minha estadia, não vou começar a falar mal. Teve uma importância grande na minha estadia. Começou a ficar super carregado", considerou, explicando que começou, por isso, a aproximar-se de colegas como Catarina Siqueira, Marta Gil e Kasha. "Realmente, fui muito próximo do Bruno. Foi uma pessoa muito importante e, nos últimos tempos, tive que olhar por mim. Afastar-me um bocadinho e não beber daquela energia", concluiu.

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