Portugal regista já 32.500 infetados e 1.410 mortos pelo novo coronavírus. São estes os novos dados avançados pela Direção-Geral da Saúde (DGS) no boletim epidemiológico deste domingo, 31 de maio. Estes números representam um aumento de 297 infetados, enquanto as vítimas mortais registadas são mais 14 do que as de ontem.

No País vai começar a ser desenvolvido um estudo para perceber “a forma como o coração é relevante na equação da COVID-19”, revela Roberto Roncon, coordenador de uma unidade de cuidados intensivos do Hospital de São João, no Porto, ao jornal "Público", uma vez que parece que o vírus pode deixar lesões cardíacas.

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“Entre os 70 doentes de COVID que vimos na unidade, pelo menos 20 apresentam nas ecografias ao coração alguma forma de atingimento cardíaco. Mas nós achamos que há doentes que podem ter um ecocardiograma normal e mesmo assim ter lesões”, explica o médico ao mesmo jornal.

Já no panorama mundial e económico, foi revelado este domingo, 31, que Angola, também afetada pela pandemia, pode ficar em recessão económica até 2023, situação que se deve também ao petróleo barato. No país há 77 infetados e quatro mortos.

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