Pela primeira vez em dez anos, o número de vagas sobe nos cursos de Medicina. Além das licenciaturas nesta área, mais 19 cursos com as médias de acesso mais elevadas vão poder aumentar a oferta no próximo concurso nacional de acesso, avança o jornal "Público", o que significa um aumento de 15% dos lugares disponíveis.

Esta oferta concentra-se principalmente nas universidades de Lisboa e do Porto, com exceção do cursos de Medicina. Nesta área, apenas as universidades de Coimbra e do Minho e ainda o Ciclo Básico de Medicina da Universidade da Madeira, vão poder aumentar as vagas.

À semelhança do ano passado, foi calculado um Índice de Excelência dos Candidatos dos diferentes cursos — que mede o número de estudantes que se candidataram a cada licenciatura em 1.ª opção no concurso nacional de acesso com uma nota de ingresso igual ou superior a 17 valores. De acordo com o mesmo jornal, só nos casos em que o número de candidatos “excelentes” seja superior às vagas disponíveis pode haver aumento de oferta.

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E foi isso mesmo que aconteceu. Quase o dobro do número de cursos do ano passado (11 que aumentaram a oferta) vão poder receber mais alunos. É o caso da Engenharia Aeroespacial e Engenharia Física Tecnológica, do Instituto Superior Técnico, em Lisboa, que têm as médias de acesso mais elevadas de todo o ensino superior nacional.

Já Desenho e Design de Comunicação, ambos da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, ou Direito na Universidade do Porto, cumprem pela primeira vez os critérios do Índice de Excelência dos Candidatos.

Contudo, tal como em 2019 a procura por cursos que puderam aumentar as suas vagas aumentou, esgotando todos os lugares disponíveis, e quase todas as médias de acesso subiram, “este ano deve repetir-se”, refere João Guerreiro, presidente da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, ao "Público".

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