A loja de calçado Aldo pediu, na semana passada, a proteção contra a falência no seu país natal, Canadá, dizendo que a pandemia colocou "muita pressão" nos seus negócios e nos fluxos de caixa.

“A Aldo é uma das principais marcas de calçados e acessórios de moda do mundo, com um sólido histórico de crescimento por quase meio século”, afirmou o CEO da Aldo, David Bensadoun, num comunicado divulgado a 7 de maio.

Segundo a CNBC, a Aldo disse que iria adotar procedimentos semelhantes nos EUA e na Suíça.

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Como parte do procedimento, a Aldo disse que iria reestruturar a sua organização e continuar as operações online e reiniciaria as suas lojas físicas no Canadá assim que as restrições de confinamento fossem reduzidas.

A Aldo tem mais de oito mil funcionários em todo o mundo e vende os seus produtos em cerca de três mil pontos de venda em mais de 100 países.

Em comunicado, a loja disse que o pedido de proteção à falência foi feito com a intenção de "reestruturar e chegar a um acordo com os seus credores, com o objetivo de continuar como uma empresa em funcionamento sem interrupção", pretendendo com isto estabilizar o seu negócio e não entrar mesmo na falência graças à COVID-19.

Em Portugal, a marca surgiu em 2004, e tem 24 lojas espalhadas pelo país. Ao "Jornal de Negócios", a marca garante que o processo em que o grupo canadiano está envolvido não irá contaminar a operação portuguesa e as lojas deverão abrir a 1 de junho.

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