(atualização da notícia) Diana Santos, de 40 anos, foi assassinada, desmembrada e decapitada há duas semanas. Os amigos da vítima que vivia no Luxemburgo garantiram ao jornal "Correio da Manhã" que ela se tinha casado um dia antes do assassinato, ou seja, a 18 de setembro de 2022. 

Segundo informações avançadas pelo jornalista Luís Maia no programa "Casa Feliz", da SIC, a mulher ter-se-á casado a 14 de julho, ou seja, dois meses antes do assassinato e não na véspera, como foi avançado pelo "Correio da Manhã".

Diana Santos era de Vila do Conde, ganhava a vida a cantar em bares e foi morta e decapitada
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Porém, o enlace foi uma surpresa para as pessoas próximas de Diana. “Ninguém percebeu o que a levou a casar assim de repente”, disse uma amiga de Diana ao "Correio da Manhã". Um antigo companheiro da vítima também prestou declarações ao jornal, dizendo que não tinha “dúvidas de que quem fez isto queria-lhe muito mal".

"Eu não tinha novidades da Diana há mais de uma semana. Liguei-lhe no dia 26 de setembro e ela tinha o telemóvel desligado. Falei depois com outra pessoa que convivia com ela quase todos os dias e ela disse que a Diana há quase uma semana que não estava em casa. Nessa altura fez-se luz na minha cabeça e fiz a ligação com o corpo que tinha sido encontrado”, acrescentou.

O pai da vítima falou ao jornal "Contacto", do país onde Diana vivia. “Caiu-me tudo. Nunca pensamos que isto pode acontecer a um filho. Estas noites nem dormi. Só sei que a minha filha foi assassinada e desmembrada. Ninguém queira estar no meu lugar, porque nos passa tudo pela cabeça”, afirmou. O responsável pelo crime ainda não foi encontrado.

O cadáver estava com as pernas serradas pelo joelho e os braços estavam também separados do corpo. A cabeça ainda não foi encontrada.  O restos mortais da emigrante portuguesa foram descobertos por um rapaz de 16 anos que tinha ido urinar atrás de um edifício abandonado. O corpo acabou por ser reconhecido pelo ex-namorado da Diana, que tinha terminado uma relação com ela há relativamente pouco tempo. O filho, Kiko, de 22 anos, também ajudou na identificação do corpo da mãe.

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