Fome de inovar e fome para comer terá sido o que levou a empresa sul-coreana Atman a criar esta máscara denominada de Kosk — de “ko” que significa nariz em coreano e “mask” da palavra máscara em inglês. A máscara permite remover a parte que tapa a boca e a ideia é permanecer com o nariz tapado durante as refeições. Está à venda por cerca de 7,15€, valor de uma caixa com dez unidades.

Contudo, as máscaras estão a gerar alguma controvérsia entre os especialistas. Isto porque apesar de o nariz ser a principal porta de entrada do coronavírus, ao comer, falar e respirar pela boca também há uma forte vulnerabilidade de ficar infetado com o vírus SARS-CoV-2. Significa isto que a máscara removível não confere grande proteção e pode até representar um risco pela falsa sensação de segurança.

Adeus, zaragatoa no nariz. No futuro, pode só precisar de saliva e do seu telemóvel para testar
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Ainda assim, a professora Catherine Bennett, presidente de epidemiologia do Instituto de Transformação da Saúde da Universidade Deakin, na Austrália, considera que o uso da máscara Kosk é “melhor do que nada”, disse ao jornal "Nine News". Diz ainda que este tipo de máscara pode ser uma vantagem para pessoas que respiram principalmente pelo nariz em vez de pela boca. "Faz, provavelmente, uma diferença marginal", rematou.

Na Coreia do Sul, o número de casos tem vindo aumentar progressivamente e na passada quinta-feira, 3 de fevereiro, atingiu-se um novo máximo diário: 22.907 novos casos de COVID-19.

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