Durante a tarde deste domingo, 14 de dezembro, o realizador Rob Reiner e a mulher, Michele, foram encontrados mortos na casa onde viviam, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Foi a filha quem deu conta do alerta e o principal suspeito do assassínio é o filho.

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Os dois conheceram-se enquanto Rob realizava o filme "Um Amor Inevitável (When Harry Met Sally...)" (1989), tendo-se casado nesse mesmo ano. Tiveram três filhos: Jake, 34, Nick, 32, e Romy, 28. Rob já tinha sido casado com Penny Marshall entre 1971 e 1981, união da qual nasceu a primeira filha, Tracy, 61.

Romy, a filha mais nova, foi quem encontrou os pais, cujos cadáveres tinham marcas de facadas. O alerta foi dado por volta das 15h30, sendo que, quando as equipas médicas e as autoridades chegaram, já não havia nada a fazer pelo realizador de 78 anos e a mulher de 68.

Fontes próximas aos familiares asseguram à "People" que foi Nick quem matou os pais. Neste momento, encontra-se a ser interrogado pela polícia. Desde os 15 anos que Nick luta contra a toxicodependência, tendo dado várias vezes (segundo o mesmo, cerca de 17) entrada em clínicas de reabilitação.

Quando o vício da droga piorou, afastou-se de casa e andou a viver como sem abrigo em vários estados do país. A sua história serviu como base para o filme semi-autobiográfico "Being Charlie" (2015), realizado pelo pai, e que ele co-escreveu.

Ao longo do seu percurso, Rob Reiner trabalhou em filmes como "This Is Spinnal Tap" (1984), "Stand By Me" (1986), "The Princess Bride" (1987), "Misery" (1990), "A Few Good Men" (1992), "Flipped" (2010).