André Ventura demitiu-se do Chega. A decisão do líder partidário foi tomada depois de o Tribunal Constitucional (TC) ter dado razão ao Ministério Público (MP), que considerou que o partido estava ilegal há mais de um ano, desde o congresso de Évora.

Ministério Público diz que Chega está ilegal. Ações políticas desde o congresso sem efeito
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Depois de ser conhecida a decisão do TC esta quinta-feira, 30 de setembro, que declarou ilegais os estatutos aprovados pelo Chega no seu penúltimo congresso, André Ventura anunciou a sua demissão em conferência de imprensa esta sexta-feira, 1 de outubro, e já convocou eleições antecipadas para a direção do partido.

Em setembro, o MP tinha considerado que o partido Chega estava ilegal há mais de um ano, o que significava que todas as ações políticas desde o congresso de Évora, em setembro de 2020, seriam também ilegais. Segui-se um pedido ao Tribunal Constitucional (TC) para que fossem invalidados todos os atos do partido desde essa data, avançou a TVI, no mês passado.

Em causa estava a eleição de André Ventura como líder do partido, bem como a criação dos cargos de secretários-gerais e da comissão de ética. Para o MP, a alteração de estatutos não ficou clara na convocatória.

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