Depois de um ano de interrupção devido à pandemia da COVID-19, este fim de semana, 27 e 28 de novembro, o Banco Alimentar contra a Fome está de voltar aos supermercados do País para realizar a campanha de recolha de alimentos.

O objetivo da iniciativa é convidar os portugueses à partilha de alimentos com as famílias com menos possibilidades económicas, para que estas possam ter um Natal mais feliz, e com alimentos à mesa.

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Durante este fim de semana, cerca de 20 mil voluntários do Banco Alimentar, estão presentes à entrada de aproximadamente 1.200 estabelecimentos comerciais, distribuídos de norte a sul do País. Para participar na campanha (e ajudar com aquilo que pode), basta aceitar um saco do Banco Alimentar e nele colocar alguns bens alimentares. Preferencialmente, o Banco pede que sejam doados produtos como leite, conservas, azeite, açúcar, farinha, massas, entre outros.

À saída, basta entregar os sacos aos voluntários. Os alimentos doados serão depois encaminhados para os armazéns dos 21 Bancos Alimentares em atividade na região. Nos armazéns, são depois pesados e separados para, no final, serem distribuídos localmente a pessoas com carências alimentares.

Isabel Jonet, presidente da instituição, afirmou, em entrevista à Lusa, que depois de em fevereiro se ter verificado um aumento da procura por esta ajuda, no verão, a situação começou a normalizar, mas que nas duas últimas semanas houve "um acréscimo de pedidos", avança a RTP.

De acordo com Isabel Jonet, este acréscimo poderá estar relacionado com antecipação das dificuldades que poderão advir do fim das moratórias. "Hoje vemos pessoas que estão a pedir por precisarem ou porque estão na expectativa de ficar sem emprego no final do mês", disse, em declarações ao mesmo canal.

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