Desde 1 de janeiro, a Guarda Nacional Republicana (GNR) registou 64 crimes associados a bullying e fez 1.008 ações de sensibilização para mais de 34.113 crianças e jovens dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos. Iniciativas que têm, segundo a GNR, o objetivo de pelar a "uma estratégia de consciencialização, que visa contribuir para a mudança de comportamentos da sociedade e para a progressiva intolerância social face à violência nas escolas", cita o "Diário de Notícias". 

Bullying psicológico e social já ultrapassa o físico. E as raparigas são as principais vítimas
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Apesar de os números ainda serem preocupantes, a Polícia de Segurança Pública (PSP) refere que, desde o ano letivo 2013/2014, tem registado "uma tendência decrescente, tanto no número total como na gravidade das ocorrências criminais e não criminais reportadas em ambiente escolar", noticia o jornal "Observador".

De acordo com a PSP, "esta tendência decrescente é mais acentuada nas participações por agressões físicas, com reflexo no acréscimo das injúrias e ameaças" e "parece revelar que as vítimas e a comunidade reagem de forma mais precoce a este fenómeno, havendo menos situações que chegam ao ponto da agressão física sem conhecimento e intervenção das instituições", cita o mesmo jornal.

No Dia Mundial do Combate ao Bullying, que se assinala esta quarta-feira, 20 de outubro, a GNR lembra ainda que "violência ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou denuncia a agressão sofrida, pelo que esta sensibilização é extensível aos pais, professores e funcionários pelos sinais de alerta que devem procurar denunciar e saber reconhecer, nas escolas e em ambiente familiar", lê-se na notícia avançada pelo "DN".

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