Clara de Sousa foi vítima de uma tentativa de ataque por uma mulher de 39 anos, que tentou agredi-la com um martelo. O episódio aconteceu na semana passada, à porta das instalações do Grupo Impresa, em Paço de Arcos, avança o "Correio da Manhã", que relata também que a agressora já tinha ameaçado de morte Clara de Sousa, saltando para cima do carro desta enquanto a jornalista estava no interior do veículo.

A mulher acabou por ser detida pela Polícia de Segurança Pública à porta da Impresa no mesmo dia, mas o sucedido foi o culminar de três meses de perseguições, relata a mesma publicação. A 28 de março, a mulher terá alegadamente perseguido Clara de Sousa junto às instalações do grupo da SIC e, 24 horas depois, regressou com um martelo na mão. A jornalista, que confirmou a situação ao "CM", formalizou queixa às autoridades no mesmo dia.

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Quanto às motivações da agressora, a mulher alega sofrer de danos pessoais relacionados com o trabalho da jornalista. Esta segunda-feira, 4 de abril, a Procuradoria-Geral Regional de Lisboa do Ministério Público tornou pública a detenção da agressora e e salientou "o propósito da perseguidora de provocar medo e inquietação [à vítima, Clara de Sousa] e prejudicar a sua liberdade de determinação".

A mulher já foi presente a um juiz de instrução criminal, e indiciada dos crimes de perseguição agravada, ameaça agravada e ofensas à integridade física qualificadas. Os primeiros dois dizem respeito a Clara de Sousa e o último à agressão ao agente da PSP de Porto Salvo, quando uma patrulha procedia à detenção da arguida. A moldura penal prevê uma pena de cadeia entre 1 e 4 anos.

A agressora de Clara de Sousa já recebeu medidas de coação e, para além de ser obrigada a apresentar-se duas vezes por semana às autoridades da área de residência, está proibida de se deslocar à área territorial da freguesia de Paço de Arcos (onde ficam as instalações da Impresa) e também obrigada a manter um afastamento total da pivô de informação da SIC, seja pessoalmente, por interposta pessoa ou através de qualquer outro meio.

Num comunicado oficial enviado à redação da MAGG, a estação de Paço de Arcos salienta o apoio à pivô. "A SIC e o grupo Impresa deram todo o apoio a Clara de Sousa nas últimas semanas, contribuindo para que a agressora fosse identificada e detida", pode ler-se no documento, onde o canal reforça ainda que, "ao contrário do que foi noticiado, as situações [de perseguição e tentativa de agressão] não aconteceram dentro das instalações da Impresa".

Apesar de ter confirmado a situação ao "Correio da Manhã", Clara de Sousa não quis alongar-se nos comentários acerca da perseguição por "não querer maximizar a situação".

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