O ex-presidente do Banco Privado Português (BPP) voltou ao tribunal de Verulam, Durban, na África do Sul, esta segunda-feira, 10 de janeiro, e na curta audiência foi declarado que continua em prisão preventiva até ao 21 de janeiro.

João Rendeiro está detido no estabelecimento prisional de Westville, província de KwaZulu-Natal, há 28 dias, e assim vai continuar após o magistrado Rajesh Parshotam ter decidido adiar a sessão destinada à discussão do processo de extradição para Portugal, reclamada pelas autoridades portuguesas.

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A nova data, 21 de janeiro, corresponde a um dia depois do fim do prazo (20 de janeiro) dado à Procuradoria-Geral da República para formalizar o pedido de extradição do ex-banqueiro, segundo as normas da Convenção Europeia de Extradição. O atraso no envio da documentação necessária está relacionado com a falta de tradutores, necessários para que todo o processo seja vertido para inglês, língua oficial da África do Sul.

Recorde-se que João Rendeiro esteve fugido à justiça durante cerca de três meses e foi detido na manhã de 11 de dezembro, no hotel Forest Manor Boutique Guesthouse, em Durban. A 17 de dezembro foi decretada a sentença pelo juiz Rajesh Parshotam, que atribuiu a João Rendeiro a medida de coação mais gravosa e o ex-banqueiro foi levado para uma das prisões mais perigosas do país.

O antigo presidente do BPP foi condenado em três processos distintos relacionados com o colapso do BPP e das três condenações, uma já transitou em julgado. João Rendeiro vai ter de cumprir uma pena de prisão efetiva de cinco anos e oito meses.

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